Nesta sexta-feira, 02, o ministro da Cultura, Marcelo Calero, voltou para o seu celeiro eleitoral, o Rio de Janeiro, onde chegou a trabalhar no governo de Eduardo Paes, do PMDB. O jovem que já foi embaixador subiu até à serra de Petrópolis, onde participou de um festival de cinema da região. No palco, ele começou a discutir sobre a importância da Lei Rouanet, que nos últimos tempos tem sido criminalizada por conta de operações da Polícia Federal, como a 'Boca Livre', que identificou o mau uso da legislação. Até um casamento foi bancado com a lei da cultura. 

Em um momento turbulento do Brasil, quando a ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), foi deposta, e o chefe de Calero, Michel Temer, do PMDB, assumiu definitivamente o governo, manifestantes decidiram hostilizar o Ministro da Cultura.

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Um grupo começou a gritar "golpista" e tirou a paciência do Ministro, que chegou a dar chiliques e gritar com os manifestantes. Com as mãos, ele chegou a fazer um gesto que sinaliza "roubo". Segundo pessoas que estavam no local, Marcelo teria dito que o PT roubou a Petrobras. 

Veja abaixo o momento em que o protesto começou:

O vídeo foi publicado pela fanpage 'Dilma Bolada', que defende a ex-presidente Dilma e que já foi acusada até de receber dinheiro para isso. Mesmo após a deposição da representante do Partido dos Trabalhadores, a página continua a fazer a defesa da companheira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Esse é dos tipos mais ridículos do golpe. Mais de uma vez tentou mostrar ironia, mas só consegue mostrar desdém. Fica evidente a falta de estofo -- político, cultural, ético.

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Em vez de força, transparece sua fraqueza.".

Veja abaixo o momento em que Marcelo Calero literalmente se exaltou e começou a gritar com os manifestantes contrários ao governo de Michel Temer:

Esse segundo vídeo foi publicado pelo grupo 'Ocupa Minc', que desde que Temer chegou a anunciar o fim do Ministério da Cultura tem protestado. Michel recuou e voltou a pasta ao status de Ministério, mas as manifestações continuam. 

  #Impeachment