O caso aconteceu em Goiânia. De acordo com informações da Polícia Civil, uma mulher de 28 anos, cujo o nome não foi revelado, foi presa sob suspeita de deixar que sua filha de 10 anos fosse abusada sexualmente por um homem de 30 anos. O crime só foi descoberto graças à tia da menina, que resolveu denunciar o caso. A mulher ligou para a Policia Militar através do disque denúncia, pedindo para que uma viatura comparecesse em determinada endereço e horário, pois no local uma criança estaria sendo vítima de abuso sexual.

Após comparecer ao local informado, os policiais acabaram encontrando dentro da residência a mãe, o amigo e a criança.

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Em determinado momento, a mãe teria retrucado para que a filha não contasse nada a respeito do que os três estariam fazendo dentro da residência. Após o flagra, tanto a mãe quanto o homem foram presos em flagrante. O suspeito deverá ser indiciado por #estupro de vulnerável e por aliciar menores para ato libidinoso.

A polícia não informou por quais crimes pretende indiciar a mãe. Como o caso aconteceu na semana passada, o caso deverá ser repassado nos próximos dias para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, para ser melhor investigado. De acordo com o delegado Paulo Roberto Lima de Freitas, ele afirma que a criança era convencida por sua mãe de que estava fazendo a coisa certa. Há indícios de que a garota era drogada ou alcoolizada para tentar não reagir aos abusos.

Ainda de acordo com a polícia, a criança chora muito ao relembrar dos abusos sofridos, mas afirma que não sente ódio da mãe.

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Em seus depoimentos, tanto a mãe quanto o suspeito de praticar o abuso negaram todas as acusações, mas para a polícia, o que vale é o depoimento da menor que acabou confessando ser vítima de abuso sexual.

Na escola, seus professores também teriam percebido um estranho comportamento na menina. Sua professora de matemática contou que  a criança estava sempre isolada dos demais colegas em canto onde aparentava estar muito triste. Nos próximos dias, ela receberá acompanhamento psicológico para tentar superar o trauma. A menina deverá permanecer em um abrigo provisório até que a Justiça decida com que ficará sua guarda.