O caso aconteceu na cidade de Belém, no estado do Pará. Um cão da raça pitbull frustrou o plano de cinco presos que planejavam fugir por um túnel, que eles teriam escavado para tentar uma fuga do centro de detenção. Conan (nome do pitbull) ajudou os policiais a dominar os presos evitar a fuga.

De noite, cinco presos, que teriam escavado um túnel para tentar fazer uma fuga do centro de detenção, começam a pôr seu plano em pratica, enquanto o cão Conan fazia sua ronda no pátio do #Presídio. O cão percebeu que um dos policiais lutava contra um dos detentos e foi para cima do preso para ajudar o policial, conseguindo imobilizar o atacante. O centro de detenção enfrenta problemas de superlotação; sua capacidade é de 120 presos mas no momento abriga 205 detentos.

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O cachorro, que já faz parte do presídio há 4 anos, teria chegado em 2012 através de uma doação. Foi rigorosamente treinado e hoje integra a equipe do presídio, reforçando sua  segurança. O presídio conta com mais outro cão, da raça fila, que reveza horários de trabalho com Conan; assim ambos podem ser tratados e terem seus devidos cuidados, e tempo para descansar.

Os agentes afirmam que os cachorros são comportados, não causando nenhum medo entre eles; pelo contrário, são como da família. Apesar de serem cachorros grandes e fortes todos os agentes normalmente se dão bem com eles. Uma agente diz que muitos pensaram que ela não iria conseguir lidar com eles por ser mulher, mas conta que os #Cães são mansos, dóceis e têm uma ótima precisão no seu trabalho. Os cães, além de cuidar para os presos não escaparem do centro, ainda interceptam alguns materiais e drogas que são jogados da rua para dentro do pátio do presídio.

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Para começar a fazer o trabalho de vigilância, o cão precisa antes passar por vários treinamentos, sendo policiais militares e agentes penitenciários os responsáveis por esse treinamento. Os treinadores afirmam que, após o treinamento, os cães fazem seu trabalho com muita dedicação e empenho, sendo muito fiéis, e sendo usados como uma grande arma que todos os presos respeitam. #Casos de polícia