As autoridades policiais do Rio Grande do Sul já sabem quem são os dois suspeitos de executarem o rapaz Marlon Roldão Soares, de 18 anos, no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.

Embora tenha a identificação da dupla, a Polícia Civil ainda não conseguiu localizá-los. Os investigadores chegaram até os nomes por meio de diligências e tão logo confirmem o paradeiro de ambos mais detalhes poderão ser elucidados, conforme esclareceu o delegado Adriano Melgaço, da 4ª Delegacia de Homicídios de Porto Alegre.

O assassinato ocorreu aproximadamente às 11h desta segunda-feira (19). Marlon estava no saguão do aeroporto com um amigo que iria embarcar.

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Do nada dois bandidos que estavam sentados próximos abriram fogo contra a vítima. Depois de alvejarem o alvo por mais de 10 vezes, eles conseguiram fugir. Sem muita dificuldade, eles usaram na fuga um carro Chevrolet Cobalt prata.

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De acordo com o que o jornal gaúcho Zero Hora apurou, o assassinato pode ter ligação com relacionamento amoroso reprovado por facções rivais de Porto Alegre. Segundo o veículo, Marlon é morador de um território dominado pela facção Anti-Bala e estaria se relacionando com uma menina que, supostamente, mora em uma área controlada pelos Bala na Cara, na Vila Jardim.

Ainda conforme o periódico, o jovem, que completaria 18 anos nesta segunda, teria recebido recado de familiares da menina avisando sobre o perigo.

A vítima não tinha antecedentes criminais e a polícia não confirma que esta linha de investigação é a principal.

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Os agentes ainda investigam se pessoas do convívio de Marlon teriam alguma relação com o #Crime organizado na capital gaúcha.

A execução ocorreu em meio a grande aglomeração no aeroporto, já que tanto a imprensa quanto torcedores de futebol aguardavam para saudar a chegada de Renato Gaúcho, novo técnico do Grêmio.

Édson Soares, pai de Marlon, viu tudo de perto.  Ele esteve na delegacia prestando depoimento sobre as cenas lamentáveis que envolveram o assassinato do próprio filho, diante de seus olhos.

Outra providência tomada e já concluída pelas autoridades foi a perícia no Terminal 2 do aeroporto.

#Casos de polícia