Desde que o Senado confirmou o #Impeachment da presidente #Dilma Rousseff e #Michel Temer assumiu definitivamente a Presidência da República, aumentaram os protestos contra o atual governo. A nova oposição liderada pelo PT e seus militantes, se junta a milhares de brasileiros que consideram a decisão de afastamento definitivo de Dilma um golpe.

Os protestos são diários nas grandes capitais, os ministros do atual governo e senadores, são chamados de golpistas. Não há trégua nem nas redes sociais, a hashtag #ForaTemer domina a internet.

O presidente Michel Temer tentou minimizar as manifestações: '40, 50, pessoas que quebram carro', afirmou ao jornalistas na cidade chinesa de Hangzhou.

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Temer disse não se assustar com as manifestações. 'Não me assusto com isso, até me surpreenderia se houvesse unanimidade'. Apesar de aparente tranquilidade, o Planalto está monitorando grupos radicais e manifestantes, e acredita que os movimentos perderão forças nas próximas semanas. Ainda assim, é notório o aumento da repressão policial contra os manifestantes. Em São Paulo, uma estudante de 19 anos, perdeu a visão do olho esquerdo ao ser atingida por um estilhaço de bomba pela PM.

A ex-presidente Dilma Rousseff, em seu discurso após sua destituição, no dia 31 de agosto, disse que "Haverá a mais firme oposição que um governo golpista pode ter". O povo está indo às ruas.

Em entrevista à imprensa internacional, no dia 2 de setembro, Dilma Rousseff  lembrou, "as pessoas vão para as ruas e vem a repressão.

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Cegam uma menina. Depois, matam alguém. Então dizem que a culpa é do manifestante", comentou a presidente, condenando a forte repressão policial contra os atos anti-impeachment.

A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff entrou com um mandato de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo a anulação do julgamento que destituiu Dilma. Já o PMDB, PSDB, DEM, PPS e SDD pedem ao Supremo que anule a permissão para Dilma exercer funções públicas. 

O STF está no olho do furacão. E as ruas prometem não dar sossego a Michel Temer.