O presidente do Brasil, Michel Temer, do #PMDB, acabou cometendo um grande erro ao minimizar os protestos contra ele. Na China, ele menosprezou os movimentos petistas, chamando-los de anti-democráticos. "As 40 pessoas que quebram carros?", questionou ele aos jornalistas. Os movimentos contra Temer nem de perto chegam ao que se viu com a ex-presidente Dilma Rousseff, mas não quer dizer que não possam ficam. Ao se manifestar contra os militantes, o peemedebista acabou dando corda a eles.

Neste domingo, 04, algumas milhares de pessoas estiveram na Avenida Paulista, em São Paulo. Novamente, elas não chegam às grandes manifestações pelo impeachment, mas lembram um fato que aconteceu em 1992.

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Nesse ano, o presidente do Brasil era Fernando Collor de Mello. Respondendo a um processo contra o seu impedimento, Fernando deu declarações polêmicas, chegando a solicitar que os brasileiros fossem que preto às ruas como sinal de luto. O que se viu foi justamente o contrário, gente indo de verde e amarelo protestar contra o hoje Senador. 

Vandalismo em meio à manifestação

Os protestos novamente contra Michel terminaram em violência, o que os difere do que ocorreu nas manifestações pelo impeachment. Além de petistas e pessoas que querem as 'Diretas Já', existem grupos infiltrados que acabam tirando um pouco a credibilidade do movimento, como os black blocks. Nessa semana, bancos foram depredados e a Polícia foi acionada. Uma jovem perdeu a visão do olho esquerdo após estilhaços de bomba explodirem.

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Neste domingo, novamente bombas foram jogadas e alguns poucos manifestantes decidiram depredar o patrimônio público algo lamentável.

Análise do futuro

É muito cedo para dizer como essas declarações podem minar ou não o governo de Temer, especialmente porque por enquanto ele tem o apoio do Congresso Nacional. Além disso, o mandato do peemedebista é de curta duração, pouco mais de dois anos, daria tempo das coisas esquentarem e existir uma nova eleição? Precisaria de muita boa vontade para os políticos brasileiros.  #Michel Temer