Nesta quarta-feira, Sete de Setembro, o presidente do Brasil, Michel Temer, participou de um dos momentos mais patrióticos do ano, o Dia da Independência. Apesar de não preferir usar a faixa presidencial, muito por conta do momento político, o peemedebista quer fazer uma gestão completamente nacionalista e patriótica. Enquanto alguns manifestantes, cerca de 18 pessoas, segundo o governo, gritavam "golpista" e "fora Temer", algumas centenas de convidados das arquibancadas lembrava: "a nossa bandeira não é vermelha". A frase faz uma clara referência à legenda da ex-presidente Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores (PT), que naquela data fazia protestos em várias cidades brasileiras. 

Dede junho, a bandeira nacional ganhou mais destaque em eventos.

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Através de sua assinatura, Temer obrigou que qualquer evento ou produto que tenha patrocínio do governo, lembre de alguma maneira que estamos no Brasil. Se for um filme, por exemplo, em alguma cena, pelo menos uma vez, será obrigado a mostrar a bandeira nacional. Isso já é bem comum nos Estados Unidos, onde até filmes pornográficos fazem questão de lembrar das cores da bandeira, que lá são o azul, vermelho e branco, além das estrelas que representam os estados, que após a independência da Inglaterra de uniram e formaram o nome que hoje leva o país governado por Barack Obama. 

Eventos também necessitam levar o símbolo pátrio e isso tudo está constado no 'Diário Oficial'. Além de hastear a bandeira verde e amarela, essas celebrações precisam seguir o roteiro presente na Constituição Brasileira, que pede muitas vezes também o hino nacional.

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Aos poucos, infelizmente, até mesmo as escolas foram esquecendo de ensinar as crianças a amarem seu país. Antigamente, todos os colégios, públicos ou particulares, tinham pelo menos uma vez o hasteamento da bandeira nacional com o canto do hino. Na gestão do PT, isso se perdeu e agora está sendo retomado. "Já não era tempo. Queremos mais o verde e amarelo em nossas casas", disse um internauta. #Michel Temer #PMDB