O presidente do Brasil, Michel Temer, do PMDB, sofreu neste fim de semana as primeiras grandes manifestações contra ele. Após dizer que os atos estavam sendo feitos por 40 pessoas, o peemedebista foi alvo de fortes ações, especialmente na cidade de São Paulo, onde houve o maior ato, feito na Avenida Paulista, principal via da região. A Polícia agora investiga se a família de Temer corre risco de vida. Isso porque um carro estacionado dentro da garagem foi incendiado por criminosos às 21h45 de domingo, 04, na Rua Umburanas. Essa via fica justamente perto da casa da família de Michel, no bairro Altos de Pinheiros. A região é uma das mais nomes da cidade.

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O veículo foi estranhamente incendiado a poucos metros da casa de Temer. O incêndio ocorreu a 500 metros da casa dele. Já se sabe agora pelo menos que o incêndio foi criminoso. Basta ter ideia se ele teria alguma relação com as manifestações contra o novo presidente do Brasil afinal, a região já foi palco de protestos de manifestantes contrários ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Com medo, Marcela, a primeira-dama, chegou a ligar no mês retrasado para o marido chorando. Ela estava com medo de que algo acontecesse com sua família. Por isso, antes mesmo do resultado oficial no Senado Federal do impeachment, Temer levou a mulher e o filho, Michelzinho, de sete anos, para Brasília. O garoto já está estudando em um bom colégio particular da capital federal. 

População com medo

No momento em que o veículo foi incendiado, segundo informações da Revista Veja, manifestantes e policiais da Tropa de Choque estavam em pé de guerra, no Largo do Batata.

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Com medo, os que habitam a região nobre da cidade ficaram com medo das chamas, evitando que essas pudessem atingir suas mansões caríssima, ou pior, matasse alguém que estivesse a dormir, já que tudo foi registrado bem tarde da noite. Até onde se sabe, felizmente, o prejuízo foi só material. Diferente do que disse anteriormente, a equipe de Temer chama os protestos de substanciais. #Manifestação #Michel Temer