No dia 31 de agosto, um momento histórico aconteceu no Brasil, a troca oficial de presidentes. Michel Temer, do #PMDB, que estava no poder interinamente desde março, entrou no lugar da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Após a deposição da petista, Temer começou rapidamente a agir como chefe de estado, como quem corre contra as notícias ruins da crise econômica. Ele se reuniu na China com o grupo dos vinte países mais ricos do mundo, o G-20. No entanto, não somente isso. O peemedebista analisou negócios lucrativos, foi ao shopping, comprou sapatos, um robô e decidiu conhecer o governo chinês por dentro. 

Nessa tentativa de conhecimento, ele investigou o sistema de privatizações daquele país, ao mesmo tempo em que anunciava acordos com a China que ultrapassaria 200 bilhões de reais.

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O governo chinês revelou que desse dinheiro, pelo menos R$ 15 bilhões seriam apenas para o chamado "aporte" da economia, uma grana utilizada em solo brasileiro para agilizar os negócios. Temer estudou modelos de gestão polêmicos. Um deles tende a tirar o poder do estado sobre algumas coisas que ele é responsável. Michel não esconde a vontade que tem de privatizar várias instituições e recebe críticas de petistas por isso. Ele é chamado de "golpista" pela trupe de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Ele também recebe elogios, principalmente quando um dos motivos do que ele quer privatizar foi revelado. Temer pode colocar empresas para gerir os presídios federais e não gastar quase nada para isso. Quem pagaria para as companhias gerirem tudo para as empresas seriam os próprios presos.

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No passado, isso era muito comum, mas aos poucos prisões onde os presos trabalham virou quase um luxo. O mínimo sempre é garantido aos presos, mas quando eles trabalham, eles recebem cigarros, produtos de limpeza e até mesmo dinheiro, que fica guardado em uma poupança até eles deixarem a prisão. 

A ONU obriga que os países tenham presos que comam pelo menos três vezes por dia e tenha acesso a duas horas de luz natural. Isso será mantido.  #Michel Temer