Um rapaz de 24 anos acabou baleado e morto pelo ex-sogro após, supostamente, ter partido para cima da ex-companheira. O caso foi registrado pouco depois da meia-noite deste domingo (2), na cidade de Irati, no Paraná.

Juliano Joares Fernandes teria invadido a casa da ex-companheira, na rua Rio Ipiranga, no bairro Lagoa, para brigar com o pai da moça. Segundo a versão da jovem, ele queria agredir o ex-sogro, que é portador de deficiência física e cadeirante. A filha teria se colocado na frente para tentar evitar o agressor de chegar perto do pai. Juliano então teria dado vários socos na jovem e depois ainda teria tentado estrangulá-la.

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Segundo a Polícia Militar, o cadeirante, que estava armado com uma pistola, disparou contra o rapaz para proteger a filha. O tiro foi fatal.

Ainda conforme o Boletim de Ocorrência policial, Juliano invadiu a casa onde estavam pai e filha pela parte dos fundos. Após uma discussão entre os envolvidos, o rapaz partiu para a agressão. Quando finalmente teria se dirigido ao local onde estava o pai da moça, foi baleado na sequência. O ferimento levou à morte instantânea.

O corpo da vítima foi encontrado em frente ao portão da casa. Os primeiros a chegar para prestar socorro foram os bombeiros, mas nada puderam fazer após constatar que Juliano já estava em óbito.

As testemunhas do #Crime prestaram depoimento na Delegacia de Irati e depois foram liberadas. A pistola usada como suposto recurso de legítima defesa foi apreendida.

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A polícia também já providenciou a perícia na casa.

O corpo de Juliano também passou por perícia no Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa, também no Paraná. A Polícia Civil não revelou se alguém foi preso.

Por volta de 5 horas da madrugada, aproximadamente quatro horas após a morte de Juliano, a casa onde ocorreu homicídio foi incendiada. Ninguém ficou ferido, pois no momento em que as chamas tomaram conta do local os moradores estavam na delegacia, prestando depoimento.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar então voltaram ao local para apagar o fogo e prestar os atendimentos cabíveis. #Casos de polícia