Uma criança, de apenas 9 anos, acabou perdendo a vida de uma maneira trágica em Minas Gerais. O falecimento de Rafaela Cristina de Oliveira Cardoso foi confirmadO pelo hospital Santa Casa, no final da tarde deste sábado (15).  O caso aconteceu em Montes Claros, cidade localizada no interior mineiro.

A menina estava internada em estado de coma, há aproximadamente uma semana. Rafaela acabou levando uma descarga elétrica de uma cerca feita de maneira irregular. Os parentes da garota disseram que o proprietário de uma oficina localizada no Bairro Jardim Palmeiras, teria feito uma cerca elétrica de forma improvisada. A intenção real do dono seria mesmo de que as crianças levassem choque, pois elas sempre entravam no terreno da empresa para poder pegar mangas.

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Na última segunda-feira (10), foi organizado um manifesto pelos moradores do local. O intuito do ato de protesto era solicitar uma punição rigorosa para o proprietário da oficina. De acordo com as informações do hospital onde a garota estava internada, o seu quadro clínico não demostrou nenhum melhora desde quando deu entrada na unidade. O hospital fez a confirmação da #Morte cerebral da menina nesta sexta-feira (14).

Os parentes da criança decidiram fazer a doação dos órgãos dela. O procedimento cirúrgico para fazer a retirada dos órgãos ocorreu neste sábado e o sepultamento da menina foi neste domingo (16).

Revolta da população

Os moradores do bairro onde a menina morava em Montes Claros, organizarão um ato de protesto para solicitar que o empresário, proprietário da oficina, seja punido de forma rigorosa.

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O comerciante colocou uma cerca elétrica improvisada para que as crianças tomassem choque, quando elas tentassem invadir o terreno da empresa para pegar frutas.

Algumas das pessoas que participaram do ato ficaram com os ânimos exaltados e foi necessário que a polícia militar fizesse uma intervenção. O próprio dono da oficina foi quem solicitou a presença dos policias que o aconselharam a fechar o estabelecimento até que tudo fosse normalizado. A identidade do comerciante responsável pela cerca improvisada não teve sua identidade revelada. #Crime #Investigação Criminal