O número de escolas ocupadas por estudantes em protesto à PEC 241, reforma do ensino médio, reforma do ENEM e MP 746 já passa de 11.00. Segundo a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) cerca de 995 escolas e institutos federais, três núcleos regionais de #Educação, além da Câmera Municipal de Guarulhos e outros espaços já estão ocupados em defesa da educação do país, e esse número tende a crescer cada vez mais.

No Paraná, já são 846 escolas, institutos e universidades ocupadas, é o estado que possui a maior porcentagem de #ocupação no país, lembrando que o Paraná já sofre com as greves de funcionários públicos.

Publicidade
Publicidade

O estado é seguido por Minas Gerais, com o total de 66 escolas; Rio Grande do Sul, 13; Goiás, 10; Rio Grande do Norte, 9; Alagoas, 9; Espírito Santo, 8; Distrito federal 8; Bahia, 7; Ceará, 5; Maranhão, 5; Pernambuco, 4; Mato Grosso, 3. As universidades ocupadas totalizam o número de 82.

A atual situação do país é delicada. A educação se encontra praticamente paralisada, restando poucas escolas em estado normal de funcionamento. Uma possível greve geral de professores e servidores públicos se aproxima, para se juntar aos milhares de protestos contra o governo, que estão sendo feitos pelo país inteiro. Os estudantes se mantêm cada vez mais firmes na sua luta, ocupando as escolas e fazendo passeatas de protesto durante as atividades da ocupação.

Uma das queixas dos estudantes nas localidades de ocupadas é a falta de apoio das imprensas locais e nacionais na transmissão de notícias sobre o movimento.

Publicidade

As emissoras de televisão e rádio pouco têm se manifestado para noticiar o movimento estudantil de ocupação, apesar de todos os contatos feitos por estudantes com os meios de comunicação, a mobilização toma proporções cada vez maiores pelo Brasil, mobilizando multidões que já apoiam a luta dos estudantes.

O movimento ganha apoio da população e as mobilizações se tornam cada vez mais frequentes em todos os estados. Não há previsão de acordo com os estudantes que permanecem impassíveis nas instalações das próprias escolas em que estudam. #Protestos no Brasil