Carro de luxo, apartamento de alta classe, moto caríssima, uma bela mulher. Vida de um grande empresário, músico ou jogador de futebol, certo? Não. Essa é a vida que levava Michael Sabatine. Até a polícia descobrir que ele se tratava de Michael Knighten, um norte-americano acusado de diversos crimes cibernéticos, preso pela Polícia Federal em Blumenau (SC).

A vida do “falso” magnata era de dar inveja a qualquer um. Apartamento em condomínio de luxo, um carro avaliado em 500 mil reais além de outros luxos.

A história lembra filmes, onde um criminoso foge do país com documentos falsos e vive uma vida extremamente luxuosa fora do país.

Publicidade
Publicidade

Blumenau é conhecida por ser uma cidade de grande colônia alemã o que deve ter facilitado a vida do “gringo” nas terras tupiniquins.

Através de identificação de impressões digitais deixadas em um copo, Michael foi reconhecido e preso. No apartamento, foram encontrados 500 mil reais em dinheiro além de drogas cuja PF não informou a quantidade, além de diversos documentos falsos.

Tanto ele quanto a brasileira que vivia com ele, cuja identidade não foi revelada, terão suas contas e bens bloqueados. A brasileira, no entanto, não é acusada de cumplicidade, pois, segundo a PF, não sabia a origem do dinheiro.

Michael acumulou no mínimo R$ 6 milhões em empresas dentro e fora dos Estados Unidos, ainda não há a dimensão exata de onde chega a fortuna do acusado.

O homem está preso por uso de documentos falsos e deve permanecer preso por dois meses na sede da Polícia Federal em Itajaí (SC).

Publicidade

Como ele responde a diversos crimes nos EUA e em outros países, a Interpol deve solicitar a extradição do preso.

Já que Michael usou vários documentos falsos, não dá para precisar ao certo por quantos países ele passou, mas desconfia-se que ele tenha feito crimes em outros paises do Mercosul.

A identificação do sujeito se deu graças a impressões digitais deixadas em um copo e comparadas por um papiloscopista brasileiro com dados da Interpol em Washington.

Segundo a polícia, ele é conhecido por praticar o #Crime chamado de BEC (sigla em Inglês para crimes de comprometimentos de e-mails corporativos e empresariais).

#Investigação Criminal