No final da manhã desta sexta-feira (21) um dos detentos do pavilhão 4 do complexo penitenciário Doutor Manoel Carvalho Neto (Copemcan), na cidade histórica de São Cristóvão (SE), foi encontrado em chamas em sua cela. Segundo o representante do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindipen), Luciano Nery, os detentos agrediram a vítima e depois atearam fogo em seu corpo. O homem foi socorrido e encaminhado ao Hospital do Estado do Sergipe (Huse), em Aracaju.

O #Hospital informou que o preso foi submetido a tratamento e encontra-se na Ala Vermelha, em estado grave e instável de saúde. A Secretaria de Justiça disse que vai solicitar a instauração de um processo administrativo para investigar as causas do ocorrido.

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Problemas nos presídios de Sergipe

Um dado preocupante no estado do Sergipe é a superlotação dos presídios e as condições encontradas neles, fatores determinantes para graves incidentes que vem ocorrendo nos últimos anos. O Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindipen) pede a abertura  de vagas para novos agentes, por meio de concursos, e solicita aquisição de novos equipamentos, em caráter de urgência.

Entende-se que os presídios em todo o Brasil estejam , em situação de abandono, precisando de sérias reformas já que suas condições continuam caóticas e necessitam com urgência da atenção do governo,pois o sistema está falido e se não  for decretado estado de emergência no sistema penitenciário, parando definitivamente com as atividades para  que se possa buscar soluções imediata para controle geral das fugas e melhores condições de segurança, até então ficará difícil manter a ordem e organização quanto aos presos que ai se encontram.

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Outra pergunta é: como os detentos têm acesso a material inflamável? Até quando teremos de esperar da justiça medidas preventivas que venham a  inibir o acesso de materiais ilícitos em penitenciarias de todo o país? E por que as fiscalizações não são tão atuantes a ponto de controlarem de uma vez por todas as formas de agressão por partes daqueles que estão confinados pagando por seus erros? #Violência #Casos de polícia