Em 21 de julho, a Polícia Federal prendeu um grupo de doze homens suspeitos de planejar um ataque terrorista nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 - evento que aconteceu de 5 a 21 de agosto. Investigações consideraram que o grupo era uma célula do grupo terrorista do #Estado Islâmico, o ISIS, no Brasil. Neste fim de semana, um dos homens foi encontrado morto em uma prisão brasileira.

Valdir Pereira da Rocha foi espancado por colegas de cela em uma prisão em Cuiabá - capital do Mato Grosso. Ele tinha 36 anos de idade e teve morte cerebral depois do ataque, na sexta-feira (14). A família do mesmo está em debate se deve ou não desligar as máquinas que estão o mantendo vivo.

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Relembre a investigação Hashtag

Em 16 de setembro, a Justiça Federal determinou que Rocha fosse posto em liberdade condicional. A decisão, no entanto, não foi realizada devido a uma ordem de prisão contra ele por outros crimes. Ele foi então transferido para uma cadeia pública no dia 13 de outubro - um dia depois, ele foi atacado. A operação secreta anti-terror levou à prisão de dez homens suspeitos de planejar um ataque terrorista nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

A Polícia Federal já vinha monitorando o grupo desde abril e teve a ajuda de ambas as agências de inteligência brasileiras e estrangeiras. Na época, o ministro da Justiça do Brasil, Alexandre de Moraes, disse que eles foram recrutados online pela organização terrorista ISIS. Todos eles teriam jurado sua lealdade ao grupo terrorista e pretendiam realizar ataques em nome da organização.

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No entanto, eles não tinham recebido qualquer apoio financeiro ou logístico do grupo terrorista. Os acusados foram presos em diferentes estados brasileiros. O cabeça do grupo tentou comprar um fuzil AK-47 online e incentivou o restante do grupo a fazer treinamento de artes marciais. Estes homens não eram de modo algum um grupo bem organizado, como os que estão por trás dos atentados de novembro em Paris, ou do ataque no aeroporto de Bruxelas em março, com reivindicação do Estado Islâmico. #Terrorismo #Crime