Renné Senna, em julho de 2005, acertou na #Mega-Sena e ganhou o prêmio de R$ 51,8 milhões. Antes, vendia balas e doces na beira da estrada para sobreviver. Seis meses depois de ganhar o prêmio, Senna começou a namorar com a cabeleireira Adriana Ferreira Almeida (a quem foi dada a alcunha pejorativa de “Égua Loura”), ela era 25 anos mais nova que ele.

O assassinato de milionário aconteceu no dia 7 de janeiro de 2007, na cidade de Rio Bonito, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e ganhou destaque no noticiário do Brasil e do mundo. Renné Senna foi a um bar com amigos de Lavras, quando dois homens chegaram em uma moto e atiraram contra ele.

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Ele estava a bordo de um quadriciclo que usava para se locomover.

Para a polícia, o #Crime foi encomendado pela ex-cabeleireira que teria oferecido recompensa pelo assassinato do marido. Adriana tinha comprado um apartamento de quase R$ 300 mil na Região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro. Ao descobrir o fato, Renné ficou descontrolado e ameaçou excluí-la do seu testamento.

Segundo o jornal carioca “O Dia”, o #julgamento do caso está marcado para o dia 13 de dezembro, e será às 10 horas, horário de Brasília, O juiz do caso será Pedro Pilderwasser, de Rio Bonito.

Adriana Almeida é acusada de ser a mandante do crime e, será levada a novo júri popular. O advogado da cabeleireira, afirma que não foi notificado oficialmente, mas sabe da decisão de justiça de colocá-a no banco dos réus novamente.

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No primeiro julgamento, em 2014, Adriana foi absolvida, mas o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro conseguiu reverter a decisão na Câmara Criminal.

Dois outros acusados foram condenados, eles eram os seguranças da vítima, Ednei Pereira e Anderson Souza, e pegaram pena de dezoito anos de prisão cada.

No testamento, ele deixou metade da fortuna para dividir entre seus familiares e metade para a viúva.

Senna foi lavrador, perdeu as pernas depois de complicações de diabetes, morava em uma fazenda avaliada em R$ 9 milhões, com dois filhos do primeiro casamento.