Um crime contra uma criança de apenas um ano de idade chocou os moradores de Feira de Santana. A criança, chamada Beatriz, estava na porta de casa com o pai, por volta das 9h30, quando um carro modelo gol, da cor branca, passou pelo local.

Dentro do veículo se encontravam quatro meliantes que alvejaram o pai da menina, Diego, mas o tiro atingiu a cabeça da criança. Após o crime, os meliantes empregaram fuga, tomando rumo desconhecido.

Beatriz foi, imediatamente, levada para a Policlínica do Conjunto Feira X, mas a criança não resistiu e veio a óbito. A Polícia Militar realizou buscas para encontrar os meliantes e prenderam Antônio Lucas, dono do automóvel usado para o #Crime.

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Até o momento não há maiores informações sobre a prisão, se o homem foi liberado ou se confessou o crime.

Ao analisarem o interior do veículo de Antônio, a polícia encontrou munições intactas e também deflagradas de armas diferentes. Pela internet, moradores da região lamentaram o crime e demonstraram seus sentimentos para a família que havia perdido a criança, que tinha completado um ano e três meses recentemente.

Testemunhas que conversaram com a polícia militar no local do crime, afirmam que o alvo da execução era Diego, pai da menina e que estava segurando a filha no colo no momento do crime. Essas testemunhas afirmaram que Diego é conhecido na região como “Pica-Pau” e que está envolvido com o tráfico de drogas, bem como com a guerra entre os traficantes, mesma que já resultou em várias mortes.

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Atualmente, inúmeros homicídios têm acontecido na Bahia, grande parte deles são provenientes de execuções em brigas do tráfico e outras são vítimas da #Violência urbana.

A polícia militar continua em busca dos outros três homens que participaram do crime. A pena para homicídio no Brasil é de seis a vinte anos de prisão. No caso de assassinato de menor de 14 anos (que é o caso da vítima), há o acréscimo de 1/3 até metade da pena. Além disso, o crime foi cometido em frente ao pai da menor de idade, o que também é agravante, conforme o artigo 7º da lei 13.104/15. #Casos de polícia