Nesta terça-feira, 29, um acidente aéreo chocou os brasileiros. Uma equipe de #Futebol da #Chapecoense, que estava chegando à cidade de Medellín, na Colômbia, acabou tendo vários de seus jogadores vitimados. O avião, que levava 81 pessoas a bordo, ia da Bolívia até à Colômbia. Ele caiu em uma região de mata e de difícil acesso. Acredita-se que uma das possibilidades da queda é uma pane elétrica. Registros do Centro Nacional de Aeronáutica da Colômbia mostram que a velocidade caiu pela metade em poucos segundos, o que sugeriria também falta de combustível. Ao todo, cinco pessoas sobreviveram à tragédia, entre tripulação, jogadores da Chapecoense e um jornalista.

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A imprensa diverge ainda sobre a morte do goleiro Danilo. A Cruz Vermelha não confirma a morte dele, mas autoridades colombianas dizem que Danilo não teria sobrevivido à uma cirurgia. Entre os cinco sobreviventes confirmados da tragédia está o jogador Alan Ruschel. Ele tinha vinte e sete anos e trabalhava como lateral esquerdo do time que representa o municipio de Chapecó, em Santa Catarina. A cidade tem pouco mais de duzentos mil habitantes e está desolada com a notícia dada ainda nas primeiras horas aqui do Brasil. O atleta foi o primeiro, segundo a imprensa colombiana, a ser resgatado com vida no local. Apesar do resgate dos vivos já ter acontecido, o trabalho de resgate dos corpos deve demorar em média três dias.

Jackson Follman, de vinte e um anos, goleiro reserva da Chapecoense também sobreviveu à queda.

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Segundo a Veja, ele teve uma das pernas amputadas. A informação teria sido confirmada pela diretoria da aeronáutica da Colômbia. O zagueiro Neto foi o último resgatado com vida. O estado dele seria crítico. Ele tem 31 anos. Ximena Suárez Otterburg, que trabalhava como comissária de bordo, também saiu com vida dessa tragédia. Rafael Henzel foi o único jornalista a sair vivo. Existiam 21 profissionais da mídia na aeronave. Um piloto também está entre os sobreviventes. A comissária fala em falta de combustível.