Um menino de apenas sete anos de idade foi pisoteado por um cavalo enquanto brincava na frente de sua casa. Ele mora na cidade de Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana de Recife, no bairro de Garapu. Ele deu entrevista para emissora local, a TV Jornal. O menino contou que estava na frente de sua casa e enquanto brincava o animal o atacou, pisou nele e quebrou o seu braço.

Mas isso não foi totalmente inesperado. As pessoas que moram no bairro falaram para a reportagem do TV Jornal que o medo de ser atacado por cavalos já é algo comum e faz parte da rotina de todos que moram no local. De acordo com os moradores, os cavalos não têm donos e sempre andam soltos pelas ruas.

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Eles também teriam comportamento agressivo constantemente.

Uma dona de casa da vizinhança contou que passou por um grande susto há pouco tempo. E ela estava dentro de casa. Ela conta que estava dentro de seu lar e do nada tomou um susto com o barulho: um cavalo havia aparecido correndo, em alta velocidade, e quebrado a lanterna do seu automóvel. A dona de casa conta que amarrou o cavalo e esperou o seu dono aparecer para buscá-lo. Mas ninguém apareceu.

Já que os #Animais não possuem donos, os moradores da região entraram em contato com a Prefeitura de Cabo de Santo Agostinho. Também não adiantou. A prefeitura da cidade não retornou com nenhuma resposta, explicação ou solução. Os jornalistas do Povo na TV, que produziram matéria sobre o acidente, também tentaram entrar em contato com a prefeitura da cidade pernambucana.

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Também não tiveram sucesso.

Veja abaixo vídeo do menino que foi pisoteado pelo cavalo dando entrevista sobre o caso.

Em junho aconteceu outro caso parecido em outra cidade. A mesma equipe do Povo na TV denunciou um problema parecido na cidade de Goiana, mais especificamente na famosa praia de Ponta de Pedras, no Litoral Norte de Pernambuco. Na época, uma dona de casa afirma que foi mordida no braço e nas costas. A prefeitura da cidade falou sobre o caso e afirmou que os cavalos eram atraídos para os arredores por causa da população, por causa dos lixos que eram jogados pelas ruas.