As instabilidades do #Governo Temer com inúmeros ajustes nas verbas de repasse, programas sociais e até mesmo no Congresso, como o reajuste ocorrido na última semana, passam a deixar os beneficiários do Bolsa Família cada vez mais inseguros quanto ao seu futuro.

O fato é que no último mês, o que mais se viu nos veículos de imprensa foram matérias polêmicas sobre a extinção de diversos programas sociais ou uma possível redução expressiva dos mesmos. Alguns desses boatos se comprovaram por meio de cortes ou até mesmo congelamento de pagamentos, o que torna a continuação do Bolsa Família uma verdadeira incógnita.

Cadastros cortados no Piauí

O município de Pedro II no estado do Piauí sofreu o maior corte registrado esse ano no Bolsa Família.

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Cerca de 703 famílias tiveram seu benefício bloqueado, na qual pelo menos 400 deles foram cortadas e descadastradas do programa.

O Governo Federal, por meio de nota, afirmou que os bloqueios aconteceram por falta de atualização cadastral e além disso, muitas famílias locais teriam dado entrada em outro programa social, o BPC, que possui valores similares ao salário mínimo e que por conta disso, o sistema do Bolsa detecta um aumento automático de renda, desqualificando assim determinados beneficiários por não atenderem mais os requisitos.

Congelamento e futuro de incertezas

Outro fato que chamou bastante atenção nos últimos tempos foi o congelamento do valor do programa que deixou de sofrer reajustes perante a inflação em uma forma de conter a crise, ainda no governo Dilma.

O fato é que a renda per capita do povo brasileiro caiu e junto com ela, o poder de compra, o que fez nossa economia despencar abruptamente.

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O Bolsa Família influencia nesse cenário, tendo em vista que boa parte da população brasileira recebe o benefício, mas como os preços de produtos e serviços aumentaram consideravelmente no último ano e o Bolsa não seguiu a tendência, o poder aquisitivo dessas famílias ficou amplamente restrito.

A dúvida de muitas famílias que dependem atualmente do programa para sobreviver é se o Bolsa Família continua no próximo ano. Segundo o presidente Michel Temer, sim, mas com alguns reajustes para beneficiar apenas quem precisa. #Bolsa Familia #Crise econômica