No dia 13 de novembro foi encontrado em Uberlândia/MG um corpo na ponte do Rio Tejuco. A polícia foi chamada ao local e o fato foi logo associado ao desaparecimento do #dentista Helton Ivo Botelho Cunha. Alguns familiares fizeram o reconhecimento no exato local onde o corpo foi encontrado, perto da MGC-455.

O irmão do dentista, numa entrevista que concedeu ao site G1, relatou que vários objetos da vítima foram encontrados, e também o anel que Helton Ivo nunca tirava.

O desaparecimento de Helton aconteceu no dia 10. Ele saiu de casa e deixou de se comunicar com familiares, algo que não seria um comportamento habitual. O seu carro foi encontrado abandonado dois dias depois, no sábado dia 12.

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O veículo estava sujo de barro e a perícia determinou que havia indícios de uma tentativa de queimar o carro.

A família deu conta do desaparecimento logo na sexta-feira de manhã, quando Helton não apareceu no consultório para trabalhar, mesmo com vários pacientes agendados. Os pacientes do dentista começaram a entrar em contato com o irmão para saber o motivo pelo qual não seriam atendidos. Segundo Joaquim Leonardo, o irmão de Helton, ele também teria um compromisso às 10 da manhã de sexta-feira, ao qual não compareceu.

As causas da morte ainda não foram determinadas, o corpo quando foi encontrado já estava na fase de decomposição, impossibilitando finalizar a perícia sem antes fazer uma autópsia e análise mais detalhada.

Este foi o segundo caso em pouco menos de um mês de desaparecimentos em Uberlândia, onde outro corpo também foi encontrado alguns dias depois de um cidadão ter desaparecido.

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Neste caso, Guilherme Pagotto, a vítima, foi morto por estrangulamento. Ele saiu para encontrar um desconhecido que conheceu na internet e nunca mais foi visto, até a polícia localizar o cadáver perto de uma estrada no Bairro Nova Uberlândia.

Por enquanto as causas destes crimes não foram determinadas e a polícia continua as investigações, com várias linhas diferentes. A principal suspeita é a de que seja roubo das vítimas seguido de morte, mas ainda não há suspeitos e nem foram feitas detenções relacionadas a estes casos. #Casos de polícia