Nesta quarta-feira (16), a Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP) continuará as investigações sobre a morte da sobrinha-neta de Sarney, a publicitária Mariana Costa, de 33 anos. A Polícia Civil colherá o depoimento de familiares e vizinhos que estava presentes no prédio da jovem na tarde em que ela foi morta.

O principal suspeito de ter cometido o homicídio é Lucas Porto, que continua preso desde segunda-fera (14), no Centro de Triagem de Pedrinhas. Foram divulgadas imagens do circuito de segurança do prédio de Mariana que mostram o momento em que o cunhado da publicitária entra no elevador e aperta o andar da vítima.

Publicidade
Publicidade

Nas cenas, ainda é possível ver que, depois de alguns minutos, ele desce os nove andares de escada com um semblante bastante transtornado.

Assista ao vídeo das câmeras de segurança logo abaixo:

Pelas imagens do suspeito subindo e descendo o elevador com semblante assustado, está claro para a Polícia que Lucas tem sim algum envolvimento com o #Crime apesar de negar veementemente ter cometido o assassinato.

Mariana Costa era filha do ex-deputado estadual Sarney Neto, e sobrinha neta do ex-presidente da República, José Sarney. Ela foi estrangulada e morta por asfixia mecânica com um travesseiro, na tarde do último domingo (13), no próprio apartamento, na Avenida São Luis Rei de França, no bairro Turu. Horas antes de o crime acontecer, Mariana estava com a mãe, as sobrinhas e o cunhado em uma igreja em São Luis.

Publicidade

O próprio acusado teria levado a publicitária e a mãe da vítima para o prédio onde ela morava. Ele teria voltado ao local do crime sozinho e matado Mariana em seu próprio apartamento. O suspeito tentou apagar registros de ligações do celular, se desfazer das roupas que usava. Além disso, ainda apresentava lesões no pulso, tórax e rosto, o que indicaria uma suposta luta corporal. Ele seguirá preso até a conclusão das investigações. O enterro da jovem foi acompanhado de muita comoção, o corpo foi velado em uma igreja evangélica no bairro Olho D’água. #Casos de polícia