Nesta terça-feira, 29, nós brasileiros fomos informados de uma triste notícia. Um avião que levava o time da #Chapecoense caiu na região de Medellín, na Colômbia. 71 pessoas faleceram. Seis foram os sobreviventes. Pelo menos quatro das vítimas estão em estado grave e aguardam as próximas horas para saber se irão conseguir sobrevier. Um dia depois da notícia que repercutiu em todo o mundo, histórias sobre os momentos de agonia estão sendo compartilhadas por socorristas. Uma delas é a que envolve o goleiro Jackson Follmann. Ao ver o socorro chegando, ele gritava em tom de suplica. “Não me deixe morrer… não sinto as pernas, não me deixe morrer", disse o goleiro ao visualizar as equipes que o salvariam.

Jackson conversava com Gloria Ramírez, que fazia parte da equipe da Defesa Civil.

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. Ele estava preso na fuselagem de aeronave. A empresa dona do avião, de origem venezuelana, tinha apenas esse avião, identificado como LaMia CP2933. Já se fala até que a falta de gasolina teria sido a causa da queda. Isso porque outro avião, no mesmo horário, solicitou pedido de emergência para pousar em Medellín. Com isso, o que levava os brasileiros teve que dar voltas. A Venezuela, lembramos, passa por uma crise sem precedentes, onde falta tudo. Basta saber se a falta de gasolina realmente foi capaz de derrubar o avião. A pane elétrica é outra opção.

Em entrevista à imprensa local, a aeromoça disse que as luzes do avião começaram a piscar e houve uma espécie de pancada. As pessoas que estavam no avião ficaram em pé. Mesmo ouvindo os gritos da aeromoça, afim de realizarem a chamada posição fetal, eles não obedeceram em sua totalidade.

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Os que ficaram em pé caíram sobre os sentados e o número de sobreviventes acabou sendo pequeno. Também já se sabe que antes de cair, gasolina foi despejada do avião. Para familiares do piloto, a estratégia utilizada por ele foi afim de evitar uma grande explosão, que evitaria uma tragédia ainda maior, provavelmente sem sobreviventes. "Morreu como herói", disse o tio do piloto.