Nesta última quinta-feira (24), Luciana Helena Almeida de Oliveira foi presa após sete meses de investigação policial acusada de mandar matar o marido Carlos Alberto de Moraes Teixeira com a ajuda do amante, na baixada fluminense.

A Polícia Civil já investigava a ‘viúva negra’, que teria ido até a delegacia depois de inventar um suposto sequestro que teria sofrido junto com o marido. Para tentar acobertar o #Crime que cometeu na companhia do amante, ela disse na delegacia de Nova Iguaçu que foi sequestrada juntamente com o marido em Curicica, Jacarepaguá, bairro onde morava com o companheiro há mais de vinte anos e tinha uma distribuidora de pipas.

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Segundo relatou, os ‘bandidos’ teriam levado os dois no carro do casal, mas ela teria sido liberada na baixada fluminense enquanto o marido ainda estava desaparecido. Sem demonstrar nenhum sinal de sofrimento, os relatos de Luciana não convenceram a polícia. Alguns dias depois o corpo de Carlos foi encontrado carbonizado no próprio carro no bairro Miguel Couto em Nova Iguaçu.

A história mal contada chamou a atenção da polícia que começou a apontar Luciana como a principal autora do crime. Os investigadores começaram a seguir os passos da mulher e descobriu que ela tinha um amante, além disso, constatou que ela tinha feito uma viagem a Campos de Jordão com ele e juntos eles teriam gastado cerca de 2500 reais em uma pousada de luxo, com direito a decoração extra.

Segundo a polícia em um período de três meses, Luciana teria trocado de celular seis vezes e conversou com o amante cerca de 2500 vezes por telefone.

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No dia em que a suspeita foi à delegacia de Nova Iguaçu ela teria relatado que os bandidos teriam jogado o celular dela pela janela, mas o telefone foi localizado em um bueiro perto da casa da criminosa. Além disso, imagens de câmeras de segurança municipal mostraram um homem descartando o aparelho no local.

Esse homem seria Thiago Dias Carvalho o amante de Luciana, ela inclusive chegou a fazer uma tatuagem em homenagem ao rapaz depois da morte do marido. A família de Carlos começou a desconfiar da mulher que também chamou a atenção da polícia. Ela foi presa pela Divisão de Homicídios da baixada Fluminense quando foi buscar o laudo do exame de DNA para conseguir a certidão de óbito do marido e assim ficar com um seguro de 1,2 milhões de reais. O amante está foragido, mas já teve a prisão temporária decretada. Ela segue presa e fica agora à disposição da justiça.

#Casos de polícia