Um crime que chocou a todos porque a mulher além de ter sido estuprada, ainda foi jogada dentro de uma lixeira. O caso aconteceu no Amapá e a Polícia Civil informou que um sargento do exército é o principal suspeito. A vítima tem 31 anos e foi convidada para ir a uma festa por um sargento. O evento foi promovido por militares e a mulher acabou ingerindo uma grande quantidade de bebida alcoólica, por isso disse à polícia que não se lembra muito bem do que aconteceu. Quem encontrou a vítima foi um catador de latinhas. O homem estava procurando por latinhas dentro de uma lixeira e foi quando encontrou a mulher, ainda desacordada.

Assim que o catador de latinhas viu a mulher dentro da lixeira, tratou de chamar a polícia.

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Os policiais chegaram ao local e como a mulher ainda não tinha acordado, trataram de encaminhá-la para um hospital, onde ela recebeu os primeiros cuidados e passou por alguns exames onde ficou comprovado que ela sofreu #Violência genital e também anal.

A Polícia Civil tem quase certeza de que foi um sargento do exército e até já o indiciou por estupro e também por abandono de incapaz. Entretanto, ao dar seu depoimento, o sargento negou todas as acusações e afirma não ter violentado a mulher. Mas os investigadores não se deram por convencidos, já que o militar confirmou que ficou com a vítima durante a festa e chegou inclusive a lhe dar uma carona, só que segundo ele, a mulher teria ficado em uma estrada.

Após ter alta médica, a vítima deu seu depoimento à polícia e revelou ter ido à festa com o sargento.

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Ela contou que estava na rua quando foi abordada por ele e recebeu o convite para ir a um evento. Só que pelo fato dela ter bebido muito na festa, não estava se lembrando de ter sido estuprada e nem do momento em que foi jogada em uma lixeira.

Algumas pessoas que estavam na festa disseram que a mulher não foi estuprada na residência militar. A vítima mora a pouco tempo na cidade de Oiapoque e não conhece quase ninguém ainda. Ela tinha intenção de prosseguir até chegar à Guiana Francesa, onde tentaria conseguir um emprego. #Estupro #Casos de polícia