Um vídeo que está sendo compartilhado nas redes sociais tem gerado repercussão, especialmente entre os internautas que estão cansados de serem vítimas da violência.

Neste vídeo uma mulher encarna a justiceira dos comerciantes assaltados e faz justiça com as próprias mãos. A moça, cuja identificação não foi divulgada, parece ser mais uma na estatística de pequenos comerciantes roubados. As cenas já começam com um suposto ladrão no chão, imobilizado por um empregado da loja de sapatos.

Enquanto o funcionário dá um mata leão no acusado, a proprietária dá uma surra de facão no indivíduo. São ao todo onze golpes com o lado não cortante do facão.

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No vídeo, produzido por uma das balconistas da loja, é possível ouvir o barulho do impacto do metal sobre a pele do homem que teria tentado roubar o caixa.

Chamada de “mulher arretada” por vários internautas, a empresária grita várias vezes ameaçando o suposto ladrão. “Não te mexe rapaz, eu tô falando pra tu ficar quieto”, grita, após dar com a lateral do facão no homem.

Ele, absolutamente em pânico, responde: “Vou mexer não”.

“Solta a mão do meu funcionário. Vagabundo”, a justiceira rebate. E ele suplica: “Aperta não”, em relação ao sufocamento. Como resposta ela segue batendo nele e ordenando que o funcionário continue com o mata leão. “Aperta sim, com toda a força que tu tiver”.

E seguem mais alguns segundos de imobilização e sufocamento, combinados com a surra de facão. “Ladrão, vagabundo.

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Pode filmar. Mexe com minha família, mexe comigo pra tu ver se tu sai vivo da cidade”, ameaça a dona da loja, que ainda determina que o empregado mantenha a posição, dizendo “aperta, não é pra soltar não. Tu ia roubando. Fica bem quietinho”, e põe o pé em cima dele.

As ameaças seguem: “Não mexe com meu funcionário, não, que eu corto tudo o que é seu fora”.

Pelos dizeres da protagonista do vídeo, o suposto ladrão iria levar R$ 300,00.

Em uma das páginas onde o vídeo foi postado, a maioria dos internautas parabenizou a atitude da empresária. Muitos chegaram a apoiar o fato dos comerciantes começarem a revidar os bandidos, ainda que isso gere risco de morte para funcionários e clientes.

#Crime #Casos de polícia