O site #Catraca Livre e a loja de artigos esportivos #Netshoes revoltaram a internet, nesta terça-feira (29), após o acidente do avião que levava a equipe da Chapecoense e jornalistas para a cidade de Medellín, na Colômbia.

Netshoes

A polêmica envolvendo a loja de artigos esportivos aconteceu na manhã desta terça-feira. A camisa da Chapecoense, que custava R$ 129,90, subiu para R$ 249,90. No Twitter, usuários criticaram o reajuste no preço.

Em nota, divulgada também no Twitter oficial da rede de lojas, a empresa se explicou.

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“Em virtude da Black Friday, a camisa da Chapecoense estava com preço promocional e, na manhã de hoje, teve suas últimas unidades vendidas (camisa II) por R$ 159. Com o esgotamento do produto, por uma programação de sistema, o valor retornou ao preço original R$ 249, junto com o alerta de indisponibilidade do produto”.

A Netshoes afirmou, ainda, que no momento não há estoque do produto e quem em nenhum momento houve a intenção de aumentar o preço da camisa da Chapecoense.

Catraca Livre

A hashtag Catraca Livre apareceu nos trending topcis do Twitter durante boa parte do dia. O site fez, pelo menos, três publicações que irritaram os usuários do Facebook. As críticas foram tantas que a página perdeu milhares de inscritos.

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Às 15h42, eram 7,991 milhões de inscritos. 40 minutos depois, a página perdeu quase 10 mil inscritos.

As postagens que geraram críticas foram pelo menos três. Em uma delas, o Catraca Livre ensinava como lidar com o medo de avião. Em outra, postava o link de um vídeo mostrando como se comportavam os passageiros de um avião em queda.

A terceira postagem, cuja imagem era uma selfie tirada por jogadores da Chapecoense, falava sobre pessoas que tiraram fotos minutos antes de morrer.

Com a onda de críticas, o Catraca Livre, em um primeiro momento, disse que suas postagens tinham relevância jornalística. Em outro momento, assumiram os erros e pediram desculpa.

“Diante do impacto da notícia do acidente com o time do Chapecoense e premido pela rapidez, o Catraca Livre fez posts que feriram a sensibilidade de seus leitores, ao mostrar diferentes ângulos da tragédia.

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Lamentamos que nossa abordagem tenha provocado essa dor e fosse interpretada como desrespeito. Erramos ao não sermos mais cuidadosos”, explicou o site. #ForçaChape