O Piloto Miguel Quiroga foi uma das vítimas da tragédia que matou 71 pessoas na cidade de Medellín, na Colômbia. Ele comandava a aeronave que levava os jogadores da #Chapecoense. O engenheiro metalúrgico boliviano Ricardo Quiroga, tio do piloto, deu uma entrevista ao portal de notícias G1. Ele comentou as primeiras informações sobre o que teria levado à queda do avião. Já se sabe que Miguel despejou o resto do combustível segundos antes de cair. Isso teria evitado uma tragédia ainda maior, já que não houve explosão com a queda. Cinco pessoas, das 76 que estavam a bordo, sobreviveram à tragédia.

Já se sabe também que uma outra situação de emergência pode estar ligada à tragédia que vitimou os jogadores da Chapecoense.

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Um outro avião pediu prioridade para pousar e ultrapassou o que levava os brasileiros. A aeronave teria dado voltas na região montanhosa, até que houve uma pane elétrica e o avião fretado sumiu dos radares. Um comissário de bordo que sobreviveu disse que seguiu apenas todos os protocolos de segurança e que teve sorte. Ele confirmou que o avião estava sem combustível quando caiu. A caixa preta do veículo aéreo já foi encontrada. A investigação para se ter certeza do que aconteceu deve demorar meses, como costuma acontecer.

A tragédia já é chamada de pior da história do futebol e também do jornalismo. Estavam no avião vinte e um profissionais da mídia. Desses, apenas um sobreviveu. Entre os cinco sobreviventes, estão três jogadores da Chapecoense, como Neto, que está em estado crítico no hospital colombiano.

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A imprensa mundial deu grande destaque ao caso. Times de todo o mundo prestaram homenagens. O Liverpool, por exemplo, fez um minuto de silêncio antes de disputar uma partida. Nomes como Neymar também se pronunciaram nas redes sociais.

Na televisão mais homenagens. Ao final do 'Jornal Nacional', centenas de profissionais da TV Globo se uniram para um minuto de palmas. A homenagem fez com que o nome do programa ficasse no topo dos mais comentados do Brasil.