Moisés de Oliveira Martins e o seu companheiro de trabalho, Carlos Eduardo Ferreira da Silva, acabaram virando notícia no Rio de Janeiro por um gesto simples, dar uma carona. Ambos homens mencionados são policiais militares e estão na cada dos trinta anos. Eles decidiram seguir a regra da instituição centenária, que é servir e proteger. Ambos viram uma jovem cadeirante em apuros. A moça estava em um temporal, isolada na calçada. Por ser deficiente, ela tinha dificuldade para seguir o seu trajeto. Os soldados então decidiram colocar a mulher na viatura. O gesto acabou caindo nas redes sociais, emocionando muita gente.

O gesto chamou a atenção, em especial, pelo fato de geralmente a polícia virar notícia ou por combater o crime ou por fazer algo errado.

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A ação de humanidade prova que existem pessoas e pessoas em todos os lugares. Carlos é o homem que aparece em um vídeo divulgado pelo jornal Extra, que mostra ele carregando a jovem em seu colo. A cadeira de rodas da moça também foi transportada. Segundo a reportagem do jornal carioca, ambos os agentes trabalham em uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na região central da cidade, no morro de São Carlos. 

A carona aconteceu na noite de quinta-feira, 03, mas apenas no fim de semana o vídeo com o gesto começou a circular nas redes sociais. Os policiais explicaram que estava chovendo muito e que um fusca onde ela estava acabou enguiçando. O agente disse que quando ele e o amigo viram o carro, ele já estava parado ali há muito tempo com muitas pessoas dentro. Quem dirigia o veículo era uma motorista mulher, que explicou que o fusca estava se afogando.

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Eles até tentaram empurrar o veículo, mas não adiantou. Ele realmente estava com um problema mais sério. 

Antes de levarem a jovem na viatura, eles pediram solicitação ao oficial responsável pela UPP. Um procedimento padrão. Autorizados, eles levaram a moça para um condomínio na região, que ficava a pouco mais de mil metros de onde ela e a família estavam. Um posto de gasolina deixou que o fusca ficasse no local até o dia seguinte, evitando que ele pudesse ser saqueado.  #Casos de polícia