Os quatro policiais militares mortos após um acidente com helicóptero da PM nas proximidades da Cidade de Deus, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, eram profissionais considerados experientes em suas funções. O acidente ocorreu neste sábado (19), em situação ainda a esclarecer. Os agentes possuíam mais de dez anos de atuação na corporação.

O piloto da aeronave era o capitão Willian de Freitas Schorcht. Com 37 anos de idade, ele atuava na Polícia Militar do Rio há 13 anos e morava com a família na cidade de Resende. No Facebook parentes e amigos postaram uma homenagem. Um outro oficial militar que sobreviveu a um acidente de helicóptero em 2007 escreveu algumas palavras.

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Marcelo de Carvalho Mendes, que comandava a aeronave abatida no Morro dos Macacos, disse que conhecia Schorcht, a quem classificou como ‘dono de um bom coração’.

Outra vítima fatal do acidente deste sábado é o major Rogerio Melo Costa, de 36 anos. Ele era o mais experiente do grupo, com 17 anos de corporação. Na mesma rede social familiares lamentaram sua partida, escrevendo que todos os seus esforços por um Brasil melhor não passarão em branco.

O terceiro oficial morto chama-se Camilo Barbosa Carvalho. Ele tinha 39 anos de idade e estava na Polícia Militar há 15 anos, mesmo tempo do terceiro-sargento Rogerio Felix Rainha, de 39 anos, que também faleceu após a queda do helicóptero. Todos os oficiais estão sendo enterrados neste domingo.

Também pelo Facebook a PM do Rio de Janeiro prestou uma homenagem a seus homens.

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Em nota a instituição ressaltou que a sociedade está triste pela perda de seus cinco heróis que batalhavam para defender as vidas dos cidadãos. Dos cinco, quatro pertenciam ao Grupamento Aeromóvel (GAM) e morreram na queda do helicóptero em Jacarepaguá.

O quinto PM morto e homenageado é do 3ºBPM, do Méier. Trata-se do 3º Sargento Cristiano Bittencourt Coutinho, de 40 anos, que foi morto no cumprimento de seu dever.

As investigações sobre a queda do helicóptero estão em andamento e a hipótese preliminar é de uma pane. Entretanto, existe a suspeita de que traficantes tenham atirado contra a aeronave, que sobrevoava a região para dar apoio a uma intensa operação policial que ocorria na área. Essa operação foi intensificada neste domingo e não tem data para acabar.

#Crime #Investigação Criminal