Uma simples posição foi capaz de salvar a vida do boliviano Erwin Tumiri, que estava presente durante o trágico voo da Chapecoense. Ele conta que se lembrou de um curso realizado há anos e que treinava algumas regras de sobrevivência durante um possível acidente aéreo, ele fez exatamente como aprendeu e essa simples atitude foi capaz de salvar a sua vida.

Para que a colisão não causasse a sua #Morte, ele conta que permaneceu em posição fetal e contou com o auxilio de uma de suas malas colocando-a entre as pernas. Segundo o jovem, isso realmente colaborou para que nada de pior acontecesse com ele no momento em que o avião se chocou.

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"Eu estou vivo agora porque me preocupei em seguir todos os protocolos de segurança exigidos durante o voo. Durante a situação que causou extremo pânico em todos que estavam presentes, muitos acabaram se levantando de suas poltronas e começaram a caminhar desesperadamente, gritando, rezando e pedindo socorro, eu já decidi colocar umas malas entre minhas pernas e me manter em posição fetal, algo que já foi recomendado em casos de possíveis acidentes”, completou Erwin, durante uma entrevista ao jornal boliviano La Razón.

Ele não era o único boliviano presente no avião, o comissário conta que havia nove deles, e apenas dois sobreviveram ao terrível acidente. A assistente de bordo Ximena Suárez, que também sobreviveu ao acidente, conta que seus companheiros bolivianos que estavam a bordo juntamente com ela, os pilotos Sisy Arias, Miguel Quiroga, Ovar Goitia, Gustavo Encinas, Rommel Vacaflores, Angel Lugo e Alex Quispe morreram segundos depois que aconteceu o acidente aéreo.

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“Todos nós estamos extremamente abalados com o que aconteceu, só pedimos para que os fãs e também a população respeitem o momento de sofrimento de todos os familiares e amigos das vítimas, quem puder dedicar uma oração a cada um das vitimas, todos ficariam agradecidos. Mas, não inventem boatos e também não façam brincadeiras com esse momento tão doloroso”, finaliza a assistente de bordo Ximena Suárez. #Brasil