Um bebê de apenas 11 meses de idade teve um dos dedos da mão decepado por engano durante um procedimento de rotina realizado por uma enfermeira, dentro de um famoso hospital público infantil de Curitiba, no Paraná. O caso foi denunciado pela própria mãe da criança por meio das redes sociais e teria acontecido na última segunda-feira (12).

De acordo com relatos da própria mulher, a criança teria realizado uma consulta médica no Hospital Pequeno Príncipe, na capital paranaense, sendo internada na sequência. Durante um procedimento de rotina, para a retirada de um cateter (acesso venoso usado no braço), a enfermeira teria manuseado uma tesoura e, acidentalmente, decepado parte do dedo mindinho da mão esquerda do bebê.

Publicidade
Publicidade

A mãe afirma que a funcionária teria ficado com “preguiça” de realizar o procedimento com as mãos e por isso usou o instrumento. Segundo ela, na hora do #Acidente a criança teria gritado de dor e chorado muito.

Imediatamente após o acidente, o bebê foi atendido e encaminhado para a sala de reconstrução do hospital para tentar reimplantar o dedo mutilado. Posteriormente a mãe foi informada que, em razão do corte ter sido muito profundo, não foi possível recuperar a lesão e que a criança ficaria sem o dedo.

Em nota, o Hospital Pequeno Príncipe, que é referência no atendimento infantil na capital, lamentou o acidente e afirmou que a enfermeira responsável pela lesão já foi afastada de suas funções. O hospital garantiu ainda que está prestando assistência médica e psicológica integral para mãe e filho e que irá investigar o caso com prioridade.

Publicidade

Revoltada, a família da criança afirma que irá procurar a justiça em busca de uma indenização.

Médico arranca cabeça de bebê

Recentemente outro caso de negligência médica, ocorrido na cidade de Toledo, também no Paraná, chamou a atenção pela brutalidade. Um médico arrancou a cabeça de um recém-nascido durante um parto em um hospital público do município. Posteriormente, após a tragédia, o próprio profissional confessou que não era especialista na área de partos. #Casos de polícia #Saúde