Roraima, estado brasileiro que faz fronteira com três outros países, dentre eles a sofrida #Venezuela, tem recebido inúmeros venezuelanos que fogem da crise econômica desencadeada pelo duro regime socialista de Nicolás Maduro.

Recentemente, uma reportagem especial feita pela TV Globo, mostrou que muitos venezuelanos se tornaram andarilhos e moravam nas ruas de Boa Vista, bem como algumas famílias invadiram propriedades privadas e uma minoria conseguiu emprego no comércio local de Roraima.

Nesse fim de semana, a Polícia Federal informou que começou a deportar 450 venezuelanos que foram para Roraima de forma irregular e estavam trabalhando nas ruas, vendendo artesanato.

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Essa situação de irregularidade é vista em todo o país, com pessoas de diferentes lugares do mundo. Em São Paulo, por exemplo, haitianos, senegalenses e diversos cidadãos de países de origem africana ou muito pobres, são vistos no centro da cidade, com objetos espalhados no chão para serem vendidos.

O comércio ambulante nas calçadas e locais públicos de São Paulo é considerado ilegal, de forma que o excesso de estrangeiros realizando esse trabalho acaba prejudicando os brasileiros que fazem dessa atividade arriscada sua única forma de garantir o sustento.

A situação dos venezuelanos em Roraima

A PF divulgou que a maior parte dos venezuelanos deportados estavam vivendo no centro da cidade e os que não vendiam artesanato, viviam de esmolas. O Governo de Roraima decretou Emergência em Saúde Pública, devido mais de 30 mil venezuelanos terem entrado no estado nos últimos 2 anos.

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Existem venezuelanos em diferentes partes do país, mas pela proximidade com a Venezuela e pelo pouco dinheiro que os estrangeiros possuem, acabam por fazer de Roraima a cidade escolhida para abrigá-los. Não são todos os venezuelanos que são deportados, mas somente aqueles que estão vivendo no país de forma irregular. A PF também informou que desde o começo desse ano, cerca de 900 venezuelanos foram deportados para a Venezuela. Ainda assim, diariamente, outras pessoas fogem do regime de Nicolás e adentram território brasileiro. Outros vem ao país apenas para comprar produtos básicos, que custam menos e retornam para suas casas. #É Manchete! #Polícia Federal