Ronaldo Andrade Ribeiro, 50 anos, foi preso por estuprar uma menina de 6 anos de idade, em Vila Velha, Espírito Santo. O crime deixou a família da menina arrasada e a Polícia Civil informou que o estuprador foi flagrado na hora do ato sexual, por um familiar da criança. Ronaldo acabou sendo denunciado, mas conseguiu fugir. Depois, conversando pelo WhatsApp, ele confessou que tinha abusado sexualmente da menina e que agora está pedindo perdão a Deus pelo crime praticado.

A DPCA - Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente, recebeu a denúncia e logo deu início às investigações - e já descobriu que essa não foi a única vez que a menina sofreu abusos sexuais.

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A criança foi ouvida pelo delegado, Lorenzo Pazolini, e disse que por várias vezes teve que colocar "coisas" dentro das partes íntimas e que o homem acusado de #Estupro tinha o costume de ficar a acariciando.

Além da denúncia e do depoimento da criança, ainda tem a conversa do estuprador com um parente da menina. Eles trocaram mensagens pelo #WhatsApp e ele confessa o crime e mostra-se arrependido.

Na conversa pelo aplicativo, o acusado diz que entende que é totalmente errado o que ele fez, mas que não pretende passar as noites pensando negativo, pois ele já orou e a toda hora pede o perdão de Deus.

Do outro lado a pessoa diz que ele não faz nem ideia de como ela está e que desesperada é pouco e enquanto ele ouve música, ela só fica chorando. O homem então diz que ia pedir para que todas as conversas fossem apagadas do WhatsApp e adianta que é por causa da polícia, já prevendo que o diálogo serviria como prova do crime.

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"Quem reza sim, não pensa em fazer maldade nem com um animal, ainda mais com crianças", diz um trecho da conversa.

Para a família da menina, Ronaldo é um monstro e que não há perdão para o que ele fez. O delegado já conseguiu um mandado de prisão e agora tenta localizar o acusado, que responderá por estupro de vulnerável. A polícia já pediu a ajuda da população e de todo o Brasil, para que qualquer pista seja repassada, mas até o momento, o suspeito continua em liberdade. #Violência