Crimes de estupros contra crianças, adolescentes e mulheres são uma barbaridade que, infelizmente, continuam acontecendo não só no Brasil, mas em todo o mundo. Foi justamente isso que aconteceu com uma criança de apenas 10 anos.

Um #Crime de estupro de vulnerável foi registrado no domingo 25 de dezembro, em Laguna Carapã, cerca de 275 km de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul (MS). O acusado de ter cometido o crime foi identificado como Elder Fernandes, de 19 anos, que é irmão do padrasto da menina de 10 anos. O acusado foi preso em flagrante pela polícia.

Segundo informações repassadas pela polícia, o crime aconteceu por volta das 13h30, e foi descoberto pela mãe da vítima que, imediatamente, foi até o Conselho Tutelar da cidade e relatou o caso.

Publicidade
Publicidade

Conforme consta no Boletim de Ocorrência, a polícia foi acionada pelo Conselho Tutelar para ir até a sede do conselho, pois lá tinha uma criança que tinha sido vítima de violência sexual. De acordo com o depoimento da mãe da vítima, a sua filha lhe falou que foi violentada sexualmente pelo irmão do seu padrasto, logo após o almoço de Natal, dentro da própria casa.

Diante da situação, a Polícia Militar fez uma ronda na região, e após alguns minutos o acusado foi localizado em casa, no centro da cidade, e foi preso em flagrante e levado em uma viatura da polícia para a Delegacia de Polícia Civil da cidade. Conforme consta em seu depoimento, ao ser questionado sobre o estupro o, suspeito confessou que teve relações sexuais com a vítima, mas, segundo ele, o ato foi concedido pela menina.

Elder ainda disse que fazia tempo que a menina procurava por ele e que só teve relações sexuais com ela depois que ela afirmou não ser mais virgem. No entanto, perante a lei brasileira, ter relações sexuais com menores de 14 anos, mesmo que seja concedido pela vítima, é considerado como crime de estupro de vulnerável, com pena de oito a quinze anos de cadeia, em regime fechado.

Publicidade

Após o seu depoimento, ele foi autuado em flagrante e ficará à disposição da Justiça. Um inquérito foi aberto e o caso será investigado pela Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) de Dourados (MS). #Investigação Criminal #Casos de polícia