Na noite desta última quarta-feira (14), os presos de um Presídio de Segurança Máxima em Alagoas tentaram armar uma fuga em massa, mas acabaram sendo impedidos pelos agentes penitenciários, a confusão acabou em morte. Durante a ação um detendo que tentava escapar acabou morrendo e outro ficou ferido, além disso, dois agentes penitenciários acabaram sendo alvejados e precisaram receber atendimento médico. De acordo com o depoimento dos envolvidos, os presos tentavam serrar as grades das celas onde estavam, e no momento em que conseguiram escapar foram flagrados por dois agentes que realizavam vistorias de segurança no pavilhão. A tentativa de evasão teria acontecido no bloco oito do presídio, que conta com diversos esquemas de segurança.

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No entanto, no dia do ocorrido os agentes acabaram nas mãos dos presos, que os fizeram de refém. Os homens que foram identificados como Armando e Diego, tiveram ferimentos graves. Um deles foi ferido através de arma contusa no pescoço, os detentos utilizaram um espeto, e o outro teria levado um tiro na perna. Os detentos só pararam as agressões porque outros agentes vieram para ajudar os companheiros que morreria nas mãos dos presos. Vários disparos foram efetuados na confusão e acabaram acertando os criminosos.

Todos os feridos foram levados para o Hospital Geral do Estado, inclusive o preso que acabou morrendo já durante o atendimento. Ao que parece o agente que foi ferido no pescoço foi suturado e passa bem, não teve lesão de tecidos importantes. O outro que levou o tiro na perna foi encaminhado para o bloco cirúrgico, mas segundo o hospital não corre risco de vida.

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Um outro detendo, de nome Edson dos Santos, também foi encaminhado para a cirurgia, não se sabe precisar o estado de saúde do mesmo. Questionado sobre a falta de segurança em um presídio que deveria ser de segurança máxima, o coordenador do sistema prisional, disse que falta verba para contratar mais efetivo. Segundo ele, são poucos os homens trabalhando, nessa casa de detenção específica tinham apenas cinco homens no dia do atentado. Por isso, os presos acabam se aproveitando da situação de vulnerabilidade dos agentes.

#Crime #Investigação Criminal