O Cristo Redentor, um dos maiores símbolos do Brasil, está em #Crise e a Arquidiocese do Rio de Janeiro está contando com a colaboração de todos para conseguir manter o monumento. A arquidiocese tem parcerias com grandes empresas, mas o dinheiro arrecadado não tem sido suficiente e hoje seria preciso pelo menos R$ 5 milhões anuais para que o ponto turístico mais visitado do Brasil continuasse aberto ao público.

Um dos motivos para tornar a manutenção tão cara é que o local onde o Cristo Redentor se encontra é uma região sujeita a chuvas constantes, ventos fortes e a queda de muitos raios. A partir do próximo dia 13, terça-feira, a campanha terá início e espera contar com a colaboração não só de empresários, mas também de fiéis e a Igreja Católica.

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Em seus 85 anos, é a primeira vez que a Arquidiocese do Rio de Janeiro enfrenta esse tipo de problema. A campanha Amigo do Cristo Redentor espera conseguir dinheiro suficiente para manter a manutenção em dia, assim como o pagamento dos salários de todos os funcionários que trabalham no santuário. O lançamento da campanha será no alto do Corcovado e as doações podem ser feitas através de depósitos em conta bancária e também pela internet.

A única vez em que o Cristo Redentor enfrentou uma crise foi pouco antes de sua construção, entre os anos de 1923 e 1929. Naquela ocasião, a Igreja Católica realizou uma campanha pedindo doações populares e conseguiu arrecadar cerca de 500 contos de réis. Foi graças a esse dinheiro que o monumento pode ser concluído.

O padre Omar Raposo, que é o atual reitor do Santuário, disse que através dos registros históricos é possível ver como o povo brasileiro se mobilizou para fazer com que o Cristo Redentor ficasse pronto.

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Agora, ele quer que o mesmo aconteça e que a manutenção do monumento possa continuar sendo feita.

Por ano, cerca de 3 milhões de pessoas de todo mundo visitam o Cristo Redentor, mas o dinheiro arrecadado com a bilheteria de acesso não é repassado à Arquidiocese. A administração do parque ainda não informou se pretende colaborar com a campanha. #Polêmica #Turismo