Dois homens foram pesos por #Crime de estelionato em Sergipe. Os crimes efetuados pela dupla vieram à tona depois que os acusados abriram uma empresa online que trabalhava com cotação de passagem aéreas, prometendo aos interessados empregos com vencimentos de quase R$ 1 mil reais. Conforme estratégia dos estelionatários, para se candidatar as vagas, os interessados precisavam pagar uma taxa de R$ 250 de inscrição.

A averiguação dirigida pelo Departamento de Defraudações e Crimes de Internet conseguiu localizar os suspeitos pelos atos fraudulentos. Os responsáveis têm idade de 21 e 24 anos e prestaram depoimentos as autoridades policiais.

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Um dos indivíduos revelou a pratica do crime e explicou que foi o mentor da criação da empresa no intuito de cadastrar pessoas interessadas em trabalho, cobrandoa quantia como taxa de inscrição.

Ainda segundo a investigação policial, vários pessoas trabalharam com funcionários da empresa por um mês. Porém, não receberam nada após esse período. Desconfiados, os funcionários resolveram fazer denúncias perante a polícia, pois descobriram que se tratava de um golpe. Os responsáveis presos terão que responder a um processo na Justiça pela infração de crime de enganação, o conhecido por estelionato.

Segundo o site Extra.Globo, este é um dos crimes com poucas ou nenhuma punição na maioria das vezes. Conforme o delegado da DRCI (Departamento de Defraudações e Crimes Cibernéticos), no Rio de Janeiro, Gilson Perdigão, a prisão de acusados não é o bastante para a mudança no comportamento.

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De acordo com ele, normalmente os estelionatários têm uma longa ficha de ocorrências, são detidos várias vezes pelo mesmo crime, mas a punição é mínima. Existe casos que o meliante nem é preso, apenas responde a uma medida simples sem perecimento, mesmo tendo usurpado de um valor altíssimo com a artimanha de enganar.

Dados regionais informam que 12.744 casos de estelionato foram registrados no mês de maio deste ano somente na metrópole do Rio de Janeiro. Porém, eles resultaram em apenas 1% das prisões registradas na capital e na Baixada Fluminense além das cidades de Niterói e São Gonçalo. #Presídio #Casos de polícia