A maioria das mães tem o maior cuidado para proteger e cuidar dos filhos, ainda mais se tratando de bebês, que são totalmente indefesos. A preocupação em alimentar, dar amor, manter aquecido ou fresco é repetida centenas de vezes em um só dia. Nada machuca mais o coração de uma mãe em ver a dor dos seus filhos, ainda mais se tratando de erro alheio.

Um caso chocante de #Erro Médico aconteceu na cidade de Curitiba-PR, no Hospital Pequeno Príncipe, onde um bebê de 11 meses, teve grande parte do dedo cortado com uma tesoura, nesta segunda (12). A mãe da criança, Jaqueciane Moraes de 18 anos, fez um desabafo nas redes sociais, relatando que ao tirar o acesso do cateter do "braço", a enfermeira teria ficado com com preguiça de tirar com a mão a fita que estava isolando, e assim acabou cortando junto o dedinho da criança.

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O bebê é da cidade de São Mateus do Sul, região sul do Paraná.

Logo após o ocorrido a mãe do bebê procurou a profissional de saúde, que não foi mais encontrada no hospital. Segunda nota divulgada pela instituição, a profissional de saúde, que não teve o nome nem a função revelado,teria sido afastada e o caso está sendo investigado.

A jovem mãe, por meio do post publicado no Facebook lamenta o ponto que chegou a saúde em nosso país. Uma instituição de saúde é um lugar onde as pessoas vão com intuito de saírem melhor do que entraram e esse é mais um caso que demostra uma realidade bem diferente da desejada pela população.

Erros com certeza acontecem, mas esse acidente poderia ter sido evitado, se a profissional tivesse sido mais cuidadosa. É direito dos pais e acompanhantes questionar as medidas que são tomadas e se preciso intervir, mas geralmente há uma arrogância e sentimento de superioridade de certos profissionais de saúde que ignoram ou fazem pouco caso de perguntas, e muitas vezes até tiram sarro dos pacientes, como aconteceu em junho desse ano, quando o médico Guilherme Capel Pasqual, ficou conhecido em todo Brasil por rir e postar em sua rede social, que " não existe peleumonia nem râoxis" #Crime #Medicina