O goleiro Jackson Follmann, um dos seis sobreviventes da tragédia com o time da #Chapecoense, falou pela primeira sobre o acidente. O relato dele foi transmitido por médicos, durante uma coletiva de imprensa na cidade de Medellín, na Colômbia. Jackson teve uma das pernas, a direita, amputada. A amputação foi realizada abaixo do joelho, o que deve permitir que ele utilize próteses. O goleiro já está consciente e não teria ficado tão triste por conta de perder parte de seu membro. Follmann teria reagido bem à sua nova realidade. O avião onde ele estava caiu a 38 Km do aeroporto de Medellín. 71 pessoas faleceram, 19 eram atletas do time do goleiro amputado, que disputaria a final da Copa Sumaricana.

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Uma preocupação dos médicos era saber se o atleta reagiria bem psicologicamente à notícia da amputação. "Prefiro a vida à perna. Vamos tirar isso de letra", teria dito o atleta após saber que tinham cortado o seu membro. Inicialmente, havia a chance dele perder a segunda perna, mas os prognósticos médicos são melhores atualmente. Segundo os médicos, essa possibilidade agora, felizmente, foi afastada. Os jogadores da Chapecoense que sobreviveram à queda do avião da LAMIA estão reagindo muito bem aos tratamentos. Já o único jornalista que sobreviveu é quem inspira mais cuidados. Ele estaria com um pneumonia.

Neste sábado, 3, aconteceu o velório coletivo de 50 pessoas que tinham relação com o clube de Santa Catarina. O velório aconteceu na Arena Condá, no município de Chapecó.

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Honras militares foram efetuadas durante a cerimônia, que contou com a participação de religiosos e leituras de textos bíblicos. A leitura foi realizada pelo jornalista Cid Moreira.

Agora o que todos esperam é uma investigação a respeito do tema. O piloto da LAMIA, que também era sócio da empresa, Miguel Quiroga, é acusado de ter colocado o combustível "no limite" para realizar a viagem. Ximena, uma das comissárias de bordo que sobreviveu à queda, defendeu Quiroga, falando que agora era muito fácil julgar.