O fotógrafo Javier Nieto Alvarez, do jornal 'El Tiempo', da Colômbia, esteve no local da tragédia com o voo em que estava o time da #Chapecoense. As fotos foram divulgadas por diversos veículos de comunicação e mostram o ambiente em que estão os destroços da aeronave da LAMIA. O morro é conhecido como 'Cerro Gordo' e tem duzentos metros de altura. O piloto da LAMIA, como exibem os áudios divulgados amplamente na imprensa, acreditava que já estava prestes a realizar o pouso de seu avião. Ele também era dono da empresa, que apenas no ano passado mudou sua sede para a Bolívia. Antes, ela tinha bandeira venezuelana.

A tragédia matou 71 pessoas.

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Outras seis tiveram a sorte de sobreviver. Quatro delas, brasileiras, aguardam em hospitais da Colômbia uma possível liberação médica para voltarem ao Brasil. As imagens feitas pelo fotógrafo Javier são impressionantes. Na nossa galeria, você pode ver quatro dessas fotos, que já estão sendo compartilhadas amplamente nas redes sociais. Uma das fotos mostra a canopla da Fox Sports, empresa que teve profissionais vitimados na tragédia. 20 jornalistas faleceram na queda do avião. Eles cobriam a final da Copa Sulamericana, na qual a Chapecoense estaria pela primeira vez. 19 jogadores também faleceram. Três sobreviveram. Entre eles, está o jogador Neto, último resgatado.

Outra imagem que comoveu muitas pessoas é uma foto que mostra as chuteiras dos jogadores da Chapecoense. Como a queda foi muito forte, malas foram espalhadas por centenas de metros.

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Uma terceira imagem exibe a fuselagem do avião completamente retorcida. Ao fundo, alguns homens, já pela manhã, trabalhavam no resgate de corpos. Até esta sexta-feira, 02, às 14h no horário de Brasília, ainda não havia sido feito o translado das vítimas brasileiras. A expectativa agora é que os caixões cheguem ao Brasil até o final da manhã de sábado, 03.

O município de Chapecó, no interior de Santa Catarina, organiza um velório coletivo, que será realizado na Arena Condó. Esse tem a expectativa de atrair até 100 mil pessoas.