Mais um caso de feminicídio para a estatísticas já alarmantes. A última ocorrência foi registrada no México, e por um motivo bastante banal. A imprensa internacional destaca que o Emmanuel Delani Valdés Bocanegra, de 26 anos, matou uma jovem da mesma idade simplesmente porque ela se recusou a manter relações sexuais com ele.

O autor do #Crime conheceu a vítima, Francia Ruth Ibarra Ramírez, pelo aplicativo de paquera Tinder. A ferramenta, popular em muitos países, propicia encontros presenciais por meio do cruzamento de perfis na internet.

Oriundos da mesma cidade, León, eles vinham mantendo contato há quatro meses e tiveram alguns encontros.

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No entanto, a jovem nunca tinha falado do pretendente para ninguém.

O fim trágico da relação aconteceu no início de dezembro. Provavelmente no dia 3, que foi quando ela não foi mais vista. Conforme informações das autoridades policiais que estão à frente das investigações, Francia negou transar com Emmanuel no último encontro, cuja data e o local não foram divulgados.

Transtornado com a negativa, ele teria se vingado com a morte. O mais torpe da história é que depois de assassinar a jovem o mexicano teria jogado o corpo da em um local repleto de soda cáustica e ácido clorídrico, para acelerar a decomposição.

A história toda foi descoberta porque amigos da vítima chamaram a polícia depois de rastrearem seus posts nas redes sociais. Os agentes mexicanos foram até o apartamento do suspeito e lá acharam as roupas de Francia acondicionadas em um saco plástico.

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Os investigadores também conseguiram identificar restos humanos na varanda do apartamento. Conforme o tabloide Daily Mail, foram coletados seis quilos de material ósseo, que após análises de DNA foram comprovados como pertencentes à Francia.

Quando os agentes foram até o apartamento, o suspeito já não estava. Ele conseguiu fugir e se manteve em local incerto até o último dia 15, quando foi detido na cidade do México.

Ainda segundo o Daily Mail, o assassino coincidentemente estudou na mesma universidade da vítima, a Universidade de Guanajuato.

#Casos de polícia