Nesta semana, um polêmico vídeo começou a circular nas redes sociais. Ele mostra uma garota, que acabava de sair da escola, apanhando de suas colegas de classe. Não se sabe ao certo o motivo do espancamento, mas uma das possibilidades é que a menina fosse muito inteligente e os demais não gostavam nada disso. A publicação está sendo disseminada em uma época conhecida pela paz e amor, o Natal, coisas que aparentemente, não estavam no vocabulário dos demais estudantes. As imagens foram gravadas por uma pessoa que via tudo. Provavelmente, ela também era um estudante, que, ao invés de defender a menina, preferiu fazer as imagens, que foram compartilhadas nas redes sociais.

A menina que apanha tem aparentes treze anos.

Publicidade
Publicidade

Ela chora muito e pede que parem de fazer aquilo, pois estava a doer muito. Uma aluna maior aparece e tira os óculos da vítima, cuspindo, em seguida, em seu rosto. A valentona continua com as agressões. Ela agarra os cabelos da vítima e a arrasta pelo chão. Enquanto apanha, a menina lembra que ainda existe a justiça dos homens e ameaça chamar a polícia. No entanto, as espancadoras parecem não ligar. Elas até mandam que a estudante chame os agentes da lei. Chutes são dados na violentada. Ela é arrastada até a um canavial, onde apanha ainda mais. Alguns golpes são dados, inclusive, em sua cabeça.

Sem ter o que fazer, a garota coloca os braços à frente do rosto, tentando se defender. A menina, de tanto apanhar, acaba urinando em sua própria calça. O medo dela é evidente. Mesmo vendo a agredida desa forma, as agressoras continuam a provocar o ritual de espancamento.

Publicidade

Muita gente agora quer tentar identificar quem participa do ritual de espancamento dessa pobre jovem. No Facebook, uma página até faz campanha para tentar achar os autores.

Veja abaixo o vídeo que mostra a sequência de espancamento à essa menor de idade. Na sua opinião, a maioridade penal deveria ser alterada no Brasil? Não esqueça de deixar o seu comentário. A sua opinião é sempre muito importante para todos nós.

#Crime #Investigação Criminal