Jackson Follman, goleiro da #Chapecoense e vítima da #Tragédia na Colômbia, onde caiu o avião que levava a delegação do time para uma partida, foi um dos poucos sobreviventes. Apesar dos médicos terem conseguido salvar a vida do atleta, tiveram que amputar parte de sua perna direita. Nas últimas horas, Jackson teve uma melhora surpreendente e, ao ficar consciente, foi informado de tudo que aconteceu, e também de que sua perna precisou ser amputada, pois foi a única forma encontrada de salvar sua vida. Emocionado, ele agradeceu a todos e disse: "Prefiro a vida que a perna, vamos tirar isso de letra".

A declaração do goleiro foi um alívio para familiares, amigos e torcedores, pois todos ficaram sabendo da amputação e temiam pela reação do goleiro que, além do trauma sofrido no #Acidente, poderia viver revoltado para o resto da vida.

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Mas o atleta aceitou que estar vivo foi um grande presente de Deus, pois quase todos morreram na queda do avião, e uma forma dele agradecer pela vida é aceitando a amputação de sua perna e, como ele mesmo disse, vai conseguir tirar isso de letra.

O cardiologista brasileiro Edson Stakonski foi quem relatou a reação do goleiro da Chapecoense, ao ser informado sobre a necessidade de sua perna ter sido amputada. Juntamente com o cardiologista está outro brasileiro, o médico Marcos André Sognali, que é especialista em coluna. Os dois foram enviados à Colômbia e estão no hospital onde os jogadores sobreviventes continuam internados, o San Vicente, em Rionegro, que fica bem próximo a Medellín. Os médicos ficaram impressionados com a organização dos profissionais colombianos e disseram que os atletas estão sendo muito bem cuidados por lá.

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Ferney Rodríguez, médico e direto do hospital colombiano, está empenhado em fazer de tudo para que os jogadores se recuperem o mais breve possível e possam voltar para casa.

Os jogadores da Chapecoense que sobreviveram à queda do avião estão todos na UTI, sendo que Jackson, de 24 anos, é o que tem apresentado uma recuperação mais rápida, assim como o lateral Alan Ruschel, de 27 anos, que também já recobrou a consciência, mas diz que não se lembra da queda. O zagueiro Neto, 31 anos e o jornalista Rafael Henzel, de 43 anos, apresentam quadros mais complicados, que exigem uma maior atenção.