Um rapaz de apenas 23 anos cometeu suicídio em uma agência bancaria utilizando como instrumento a arma de fogo do segurança da unidade, em Campinas.

O ocorrido foi registrado na tarde do último dia 21, no interior da agência do Itaú, localizada no Centro, à Avenida Andrade Neves.

Conforme informou a Guarda Municipal de Campinas, guarnição que primeiro chegou no local, o jovem consegui retirar o revólver do vigilante da unidade bancária e imediatamente disparou contra o rosto já diante da porta giratória usada para a saída dos clientes.

No momento do atentado suicida, o expediente bancário estava em plena atividade e muitos clientes presenciaram a cena.

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Imediatamente, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e apesar dos socorristas chegarem em pouco tempo, executando todas as manobras de socorro, o jovem faleceu no local.

Por causa do incidente o Banco Itaú resolveu fechar a agência por um dia. Por meio de comunicado oficial, a assessoria de imprensa da empresa pontuou que não houve outros feridos e nenhum prejuízo financeiro.

Conforme informou a Guarda Municipal, antes de se matar, o rapaz chegou a conversar com o gerente da agência e depois, transtornado cometeu o ato extremo. Testemunhas afirma que foi tudo muito rápido e que ele conseguiu alcançar a arma do segurança por ter sido mais ágil. Uma vez com a arma, a vítima não disse nada e de imediato apontou para a boca e apertou o gatilho.

Depois da Guarda Municipal, a Polícia Militar chegou no local com a informação de que tinha ocorrido um assalto, mas que o suposto criminoso havia sido atingido após entrar em luta corporal com o vigilante.

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Somente depois de alguns instantes no local, os PMs tiveram a informação correta e o suicídio foi confirmado. Depois da remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade, a perícia da Polícia Civil fez várias análises na cena do #Crime.

Já o Banco Itaú divulgou outra nota lamentando a ocorrência e ressaltando que está à disposição para colaborar com as autoridades policiais no que for necessário. #Casos de polícia