Um assassinato foi registrado, na noite de terça-feira (20), dentro de uma residência localizada na ladeira da Borborema, no centro de João Pessoa. A vítima foi identificada como um agiota e guardador de carros de 36 anos. Segundo informações repassadas pela polícia, a vítima foi assassinada no momento em que praticava sexo com outra pessoa.

De acordo com o delegado Paulo Josafá, titular da Delegacia de Homicídios (DH), na residência onde a vítima foi assassinada, moram dois casais, sendo um homossexual e um heterossexual. Ainda de acordo com Paulo, a polícia está trabalhando com a hipótese de que o #Crime tenha passional, pois o autor aproveitou o momento em que a vítima estava tendo relações sexuais para cometer o crime. Conforme relata a polícia, no dia do assassinato, o padrasto da vítima disse a polícia que a mulher que mora na casa onde o homem foi assassinado havia lhe abordado no período da tarde pendido o número de telefone celular da vítima.

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A esposa a vítima informou em seu depoimento que as pessoas que moravam na casa onde ocorreu o crime deviam dinheiro a seu esposo. Desta forma, o envolvimento com a agiotagem como motivação para o fato também não foi descartado. Conforme relata o delegado Paulo, dentro da residência, houve uma luta corporal entre vítima e criminoso, pois várias coisas estavam quebradas dentro da casa. Segundo ele, o homem ainda tentou correr, mas devidas a gravidade dos ferimentos morreu dentro da casa.

O autor do crime fugiu pelo quintal e também estava ferido, pois havia rastro de sangue por onde ele fugiu. Os peritos estiveram na cena do crime e recolheram amostras de sangue para poder identificar o autor do assassinato. O corpo da vítima foi encaminhado para o IML da cidade, onde passou por todos procedimentos necessários, em seguida foi liberado para os seus familiares para o sepultamento.

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A dupla de casal que cometeu o crime está foragida. A polícia da cidade abriu um inquérito e o caso está sendo investigado. Até o fechamento deste artigo, nenhum envolvido no crime foi preso pela polícia. #Casos de polícia #Morte