De acordo com uma fonte da Blasting News, um jovem do Macapá, capital do Macapá, está com medo do que pode acontecer com ele no reformatório da região. Ele, que já é conhecido do local, pois passou quarenta e cinco dias no início do ano na instituição por tentativa de homicídio, agora voltará para o reformatório por um #Crime que chocou o Brasil. Ele foi flagrado por um policial militar abusando sexualmente da própria irmã, de apenas oito anos de idade, no quintal da casa onde mora com a família. O medo do rapaz, que tem dezessete anos, é que ele possa sofrer abusos sexuais dentro da instituição. Isso é bastante comum, especialmente em cadeias.

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Na lei do crime, os próprios bandidos não costumam aceitar bem estupradores, especialmente os que molestam crianças. Os abusos sexuais nas penitenciárias são tão frequentes, que esse tipo de preso costuma ser deixado em uma ala própria, apenas com estupradores. Ainda assim, os casos mais graves acabam sendo abusados pelos outros presos pelo menos crime. É por isso que o número de prisioneiros com doenças sexuais é muito grande. Muitas vezes, esses homens são até mortos em suas celas.

No caso do rapaz, ele deu um pouco mais de sorte. Primeiro porque ele não vai para uma prisão convencional, mas sim para um reformatório, onde as coisas são mais amenas e o controle é um pouco maior. Segundo que sua pena deve ser branda, diferente se ele cometesse o mesmo ato infracional pouco mais de um ano após o registro do policial.

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Caso ele fosse maior de idade, tal crime poderia deixá-lo, no mínimo, dez anos em regime recluso.

O jovem aguarda uma decisão judicial para ver quanto tempo ele terá que ficar no reformatório. O máximo de tempo nessas instituições costuma ser de três anos. A menina estuprada está sob a atenção de conselheiros tutelares. A ideia é que ela tenha apoio psicológico e, mais tarde, possa dar um depoimento contando o que aconteceu no dia do crime. O abuso foi registrado pelo vizinho da criança em pleno dia de Natal, 25 de dezembro. #Investigação Criminal