Nesta última quinta-feira (22), os investigadores da Polícia Civil, divulgaram o nome de Willy Goraeyb Liger, de 27 anos, como o principal suspeito de ter matado a jovem Débora Soriano de Melo em um bar, na Mooca, na grande São Paulo. O homem teria encontrado a mulher e uma amiga em uma boate, e depois de transcorrerem um tempo juntos, eles teriam se dirigido para o estabelecimento onde o homicídio ocorreu. O crime aconteceu no início de dezembro, no dia 13, mas somente agora a polícia confirmou que o homem é o principal suspeito. Willy seria o gerente do bar Sr. Boteco estabelecimento de seu primo e onde a moça foi morta. Segundo as investigações da polícia Débora teria ido na noite anterior ao #Crime, a uma casa noturna onde conheceu Willy que estava com outros dois amigos.

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Todos teriam saído da boate às sete horas da manhã e se dirigido para o tal bar que deveria ser aberto pelo homem. Como indica o serviço pericial e o depoimento de testemunhas, todos os outros presentes no local teriam ido embora por volta de nove horas, quando Willy ficou sozinho com a mulher.

Foi nesse momento que o criminoso teria matado brutalmente a jovem deferindo golpes com um pedaço de madeira na cabeça dela. A violência foi tão grande que a jovem não resistiu aos ferimentos graves. Depois de ter assassinado Débora o homem pediu ajuda ao primo, dono do bar, que foi ao local e constatou o homicídio. Antes que o primo chegasse, Willy já tinha fugido. Além dos sinais de violência física, a menina apresentava marcas consistentes com as de abuso sexual. Ao lado do corpo ainda foram encontrados uma meia e o tênis que o criminoso calçava.

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A polícia realizou análise pericial no local e encaminhou o corpo para o Instituto Médico Legal, onde passou por autópsia e exame toxicológico. O homem segue foragido, e tenta agora ser localizado pela polícia, que pede informações através do telefone de denúncia anônima. Ele teve um pedido de prisão decretado, e segue sendo procurado. Willy já tinha a ficha criminal suja, tinha sido condenado por estupro uma vez, mas não havia sido preso. A mulher deixou para trás uma família e dois filhos pequenos que pedem por justiça. #Investigação Criminal