Um crime cruel está abalando o bairro de Perpetuo Socorro, em Bragança, na Paraíba. Uma mulher é acusada de ter assassinado o próprio filho. Identificada como Marta, de vinte e três anos, a suspeita é acusada de matar a criança, após ter dado à luz naquele mesmo dia. Os vizinhos da mulher argumentam que ela teria escondido a gravidez da família e que viram uma correria na casa da acusada. Estranhando a movimentação, os moradores da região decidiram ligar para a polícia. A acusada mora no local com uma tia, já muito idosa, identificada como Dona Lurdes. Ela teria escondido que estava grávida da aposentada.

A mulher já teria dois filhos, mas escondeu a terceira gravidez dos familiares, evitando qualquer julgamento.

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Uma segunda mulher teria ajudado a grávida a fazer o parto em sua casa. Depois disso, essa senhora teria enterrado o bebê no quintal da família. A criança foi enterrada de ponta cabeça. Em algumas crenças, quem é enterrado dessa forma, não teria a capacidade de mandar o seu espírito para aterrorizar as pessoas. Em entrevista a um portal local, uma vizinha, de nome Irene Bessa, disse que Marta não havia aparecido no local nos últimos dias. Por conta da confusão na residência, eles começaram a ficar desconfiados.

Irene teria visto uma mulher cavando o chão. Ela ficou muito intrigada com a cena, especialmente porque nas mãos da suposta parteira, havia panos cheios de sangue. A parteira então respondeu à vizinha de Marta que cavava o buraco para enterrar panos e disse que a mulher estava grávida, teve o filho no hospital, mas depois desenvolveu uma hemorragia.

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Por isso, ela estava a enterrar todos os panos. Como todos sabiam que a mulher estava em casa e não tinham conhecimento da gravidez, os vizinhos chamaram os agentes da lei.

Marta disse que teve o filho no hospital, mas que ele morreu assim que chegou em casa. Desesperada e sem dinheiro, ela decidiu enterrar ele ali mesmo. A sepultura em pé seria para ocupar menos espaço no chão. A mulher foi presa em flagrante e quase linchada pelos vizinhos. A polícia teve que conter a fúria da população. #Crime #Investigação Criminal