Nesta semana, o mundo viu atônito uma tragédia envolvendo um time brasileiro. Um avião da LAMIA, companhia aérea com sede na Bolívia, que levava o time da #Chapecoense, caiu na cidade de Medellín, a apenas 38 Km do aeroporto. 71 pessoas morreram na região de morros da Colômbia. Apenas seis estão entre os sobreviventes do acidente que é chamado de maior da história no mundo esportivo. Apesar de maior, a queda aérea envolvendo o clube de Santa Catarina não foi a primeira ou única envolvendo atletas. No ano de 1972, por exemplo, uma aeronave que levava a delegação de rugby do Uruguai caiu na região da Cordilheira dos Andes. Na ocasião, vinte e nove pessoas faleceram.

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O acidente do Uruguai é um dos mais conhecidos e até virou filme. Nele, muitas pessoas sobreviveram, mas precisaram lutar em condições bastante hostis pela vida. As mulheres dos mortos, entretanto, decidiram fundar uma fundação para lembrar dos falecidos. Esta é nomeada de a Biblioteca Nuestros Hijos (Nossos Filhos, em espanhol). O objetivo da fundação é levar educação aos mais necessitados, dando a todos a oportunidade de ler. Além de serem capazes de realizarem uma linda ação após a tragédia, as mães dos jogadores mortos em 1972 também decidiram enviar uma carta às famílias, que assim como elas no passado, choram hoje as mortes de seus entes queridos.

A carta, que tem conteúdo bastante emocionado, foi escrita por treze mães que perderam seus filhos na tragédia com o time de rugby uruguaio.

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Ela também foi disponibilizada através da página no Facebook da fundação criada por essas mulheres. No texto, elas lembram que seus entes queridos também faleceram há cerca de quarenta anos. "Aqui abrimos nossos braços e corações às famílias e amigos das vítimas de Chapecó, Brasil", diz um trecho da carta enviada às redes sociais. Quem leu o texto disse estar muito emocionado. Internautas elogiaram essa postura, que acabou se tornando notícia no mundo.

Veja abaixo o conteúdo escrito na íntegra pelas mães de atletas de um acidente aéreo em 1972: